SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Apesar do atraso de quase duas horas, o bloco Toca Raul, que acontece na Praça Tiradentes, começa com força de letras tradicionais e mensagem contra assédio.
“Vamos respeitar, gente, não é não”, impõe o vocalista ao microfone enquanto uma intérprete de libras repete em comunicação não-verbal.
O público do bloco é tradicionalmente composto por pessoas mais velhas, fãs da música do roqueiro dos anos 1980.
Bruno Marques é um dos foliões que conhece o bloco pela primeira vez. Natural de Rio do Sul, o gaúcho afirma que está animado para o bloco de um artista cuja biografia domina.
“O atraso não me incomoda”, afirma enquanto a guitarra começa a tomar conta das ondas sonoras do bloco temático.
MATHEUS DE MOURA / Folhapress
