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Bolsas nos EUA e na Europa sobem nesta terça

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As Bolsas dos EUA estão em alta nesta terça-feira (22), se recuperando das perdas do dia anterior, quando desabaram mais de 2%. Já as principais Bolsas da Europa fecharam em alta, enquanto as da Ásia ficaram estáveis.

Às 14h21 (horário de Brasília), a Nasdaq subia 2,43% com a recuperação dos papeis das big techs. As ações da Apple valorizavam 4,03% e a Nvidia tinha alta de 2,64%. O índice do S&P saltava 2,60%, e Dow Jones, 1,9%.

Na segunda-feira (21), as Bolsas de Wall Street caíram mais de 2% após o presidente dos EUA, Donald Trump, aumentar os ataques ao presidente do Fed (Federal Reserve, o BC dos EUA), Jerome Powell, o que levou ao questionamento sobre a independência da autarquia financeira.

O mercado teve uma variação em reação às baixas nos EUA. Na Ásia, o índice SSEC, de Xangai, encerrou o dia em alta de 0,25%, e o Hang Seng, de Hong Kong, saltou 0,78%, mas o CSI300, que reúne as principais companhias listadas em Xangai e Shenzhen, oscilou 0,02% para baixo.

A Bolsa de Tóquio também teve desvalorização nesta terça, com 0,17%, o índice Kospi, de Seul, oscilou 0,07% para baixo, e a Bolsa de Taiwan caiu 1,64%.

Na Europa, o STOXX 600, referência do continente, subiu 0,25%. Frankfurt avançou 0,41%, Paris, 0,56%, e Londres 0,64%.

O clima permanece frágil enquanto os investidores aguardavam os próximos passos de Trump em relação a Powell. A clareza sobre a política tarifária dos EUA e o resultado das negociações com países individuais sobre tarifas recíprocas também estão em foco.

Os investidores têm saído de ativos dos EUA na última semana, mesmo quando outros ativos de refúgio, principalmente o ouro, dispararam. No entanto, o dólar e as ações dos EUA caíram, enquanto os rendimentos do Tesouro —que se movem inversamente aos preços— subiram.

“O mercado está precificando um prêmio de risco político para os ativos dos EUA”, disse Kathleen Brooks, diretora de pesquisa da XTB.

“(Esses movimentos estão) causando angústia existencial entre os investidores, o que inevitavelmente está pesando sobre as ações e o sentimento de risco, com as ações dos EUA na linha de fogo”, avaliou a diretora.

FERNANDO NARAZAKI / Folhapress

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