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Caixinha usou trio MSN para definir como Neymar jogaria no Santos

SANTOS, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O técnico Pedro Caixinha usou como exemplo o trio MSN do Barcelona para definir o posicionamento de Neymar no Santos.

Caixinha deixou claro desde a primeira conversa com Neymar que formaria um time em volta do astro. O treinador português costuma dizer que Neymar para o Santos é uma “causa”.

O UOL apurou que o técnico usou o MSN do Barcelona – Messi, Suárez e Neymar -, como exemplo. A ideia foi entender qual era a responsabilidade defensiva de Neymar para deixá-lo o mais confortável possível.

O craque contou que marcava para Messi e Suárez no Barça. Em um 4-4-2 sem bola, Messi e Suárez ficavam livres, e Neymar precisava recompor na segunda linha de quatro.

Caixinha, então, disse que Neymar seria “Messi ou Suárez” no Santos, marcando menos ao lado de Tiquinho. Sobrou para Soteldo e Guilherme ajudarem a defesa na marcação dos laterais adversários.

Para surpresa da comissão técnica, porém, Neymar mostrou um lado defensor que não se esperava. O camisa 10 se tornou o responsável por ditar o ritmo na marcação da saída de bola dos rivais.

Na análise de vídeos, Pedro Caixinha mostrou ao elenco a dedicação de Neymar para pressionar os zagueiros. Isso serviu de exemplo para os demais.

Essas imagens cativaram Soteldo, que antes era “indisciplinado taticamente”, como o próprio Caixinha disse. O venezuelano, antes preguiçoso sem bola, passou a se dedicar mais na marcação por entender que “se até Neymar marca, eu também preciso marcar”.

A comissão até precisava dizer a Neymar para pegar leve durante treinos e jogos por causa do risco de lesão. Mesmo assim, o meia-atacante teve o problema na coxa esquerda.

O foco agora é liberar Neymar para jogar apenas quando ele estiver 100%. Ele não estará à disposição contra o Vasco, no domingo, e é dúvida para o duelo diante do Bahia, no dia 5 ou 6 de abril.

Parado por mais de um ano por causa de cirurgia no joelho, Neymar jogou sete partidas consecutivas e sentiu uma sobrecarga. Nos bastidores, Santos e estafe do astro admitem que tinham que ter segurado essa “euforia” do craque, diminuindo o tempo em campo para evitar problemas musculares.

LUCAS MUSETTI PERAZOLLI / Folhapress

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