SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A taxa de fecundidade no Brasil segue em queda, mostram dados do Censo Demográfico de 2022 publicados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (27).
Ela chegou a 1,55 filho por mulher. Em 2000, por exemplo, eram 2,39.
Observando os dados estaduais, porém, há grande variação. Em 2022, a taxa no Rio de Janeiro era de 1,35, a menor do país. Em Roraima, era de 2,19, a mais alta. Seguindo essa tendência, o Sudeste é a região com menor estimativa de filho por mulher: 1,41. O Norte, a com maior: 1,89.
Depois do Rio, Distrito Federal (1,38) e São Paulo (1,39) possuem as menores taxas de fecundidade no país. As maiores, após Roraima, estão no Amazonas (2,8) e Acre (1,9).
O Censo também mostra que o aumento do nível de instrução da mulher está associado a níveis mais baixos de fecundidade. Entre mulheres sem ensino fundamental completo, a taxa é de 2,1. Com fundamental completo, 1,89. Ensino médio completo, 1,42. Graduação, 1,19.
O recenseamento do tema fecundidade abrangeu as mulheres de 12 anos ou mais de idade, o número de filhos nascidos vivos que essas tiveram até a data de referência de 31 de julho de 2022, por sexo, e o número de filhos tidos que estavam vivos naquela data.
Redação / Folhapress
