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Como está saúde de Céline Dion, diagnosticada com síndrome rara?

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A irmã de Céline Dion, Claudette, concedeu uma entrevista à revista Hello! Canada, e atualizou o público sobre o estado de saúde da cantora.

Ela disse que a artista está “rezando por um milagre”. “É uma doença sobre a qual sabemos tão pouco. Existem espasmos -são impossíveis de controlar. Você sabe quem costuma pular durante a noite por causa de uma cãibra na perna ou na panturrilha? É um pouco assim, mas em todos os músculos”.

QUAL É A DOENÇA DE CÉLINE DION

A cantora canadense foi diagnosticada em dezembro do ano passado com síndrome da pessoa rígida. Ela não é fotografada há mais de 600 dias, e pode nunca voltar aos palcos.

Em desabafo feito naquele mês, ela ressaltou que conta com apoio para lidar com o quadro. “Tenho uma grande equipe de médicos trabalhando ao meu lado para me ajudar a melhorar e meus preciosos filhos, que estão me apoiando e me ajudando”.

“Venho lidando com problemas de saúde há muito tempo, e tem sido muito difícil, para mim, enfrentar esses desafios e falar sobre tudo o que estou passando. Fui diagnosticada com um distúrbio neurológico muito raro, chamado síndrome da pessoa rígida, que afeta 1 em um milhão de pessoas. Embora ainda estejamos aprendendo sobre essa condição rara, agora sabemos que é isso que está causando todos os espasmos que tenho tido”, afirmou.

A síndrome de pessoa rígida é uma doença autoimune rara, mais comum em mulheres. É um distúrbio neurológico de causas desconhecidas, mas que provoca rigidez muscular e espasmos, podendo se espalhar para diversas partes do corpo e dificultar fala, locomoção, respiração, entre outros.

Embora as causas da doença sejam desconhecidas, a condição pode estar relacionada a outras questões de saúde, como diabetes, câncer, tireóide de Hashimoto, linfoma de Hodgkin ou doença celíaca.

ISOLADA EM MANSÃO E SEM RESPONDER A TRATAMENTO

A artista se isolou em sua mansão de R$ 6 milhões em Henderson, Nevada, para cuidar da saúde. Ela escolheu o imóvel para ficar perto das escolas particulares e das atividades dos filhos, René Charles, Eddy e Nelson.

Em entrevista anterior, Claudette confirmou que a irmã não responde aos tratamentos com remédios, que poderiam amenizar os sintomas. “Não achamos nenhum remédio que funcione, mas ter esperança é importante”, declarou. “Eu, honestamente, penso que ela precisa sobretudo descansar. Ela sempre vai além em suas performances, sempre tenta ser a melhor.”

Os espasmos de Céline são constantes e dolorosos, e alguns gatilhos podem desencadeá-los. Ruídos inesperados, contato físico, alteração de temperatura e situação elevada de estresse são algumas das situações que devem ser evitadas.

Redação / Folhapress

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