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Coreia do Norte lança mísseis após condenar exercícios militares Coreia do Sul-EUA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Coreia do Norte disparou múltiplos mísseis balísticos nesta segunda-feira (10), horas após condenar Coreia do Sul e Estados Unidos por lançarem exercícios conjuntos que Pyongyang chamou de “ato provocativo perigoso”. Segundo Pyongyang, as manobras dos rivais poderiam desencadear uma guerra com “apenas um disparo acidental”.

O Exército sul-coreano afirmou que os mísseis foram disparados da região oeste da Coreia do Norte em direção ao mar Amarelo. Disse ainda que “fortalecerá a vigilância e manterá uma postura de alerta total em estreita cooperação com os EUA”. O lançamento foi o primeiro teste de míssil balístico relatado desde que o presidente americano, Donald Trump, iniciou seu segundo mandato, em janeiro.

Um funcionário do Ministério da Defesa sul-coreano disse que é provável que os mísseis sejam do tipo balístico de curto alcance, referindo-se a um tipo de arma com raio de ação inferior a 300 km.

A Coreia do Norte costuma exigir que os exercícios conjuntos EUA-Coreia do Sul sejam interrompidos, rotulando-os como prelúdio de uma invasão.

O Exército sul-coreano, por outro lado, disse que as manobras visam fortalecer a prontidão da aliança para enfrentar ameaças como a Coreia do Norte.

“Este é um ato provocativo perigoso (…), que pode desencadear um conflito físico entre os dois lados por meio de um único tiro acidental, até o ponto extremo”, disse o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, de acordo coma agência de notícias estatal KCNA. “Os exercícios prejudicariam a segurança dos EUA.”

A ação conjunta anual dos EUA e Coreia do Sul ocorrerá desta segunda (10) até o dia 20. No entanto, os treinos com fogo real foram suspensos após jatos sul-coreanos lançarem bombas acidentalmente em uma área residencial em cidade próxima à fronteira com a Coreia do Norte no dia 6, deixando 29 feridos.

Lee Young-su, chefe da Força Aérea da Coreia do Sul, pediu desculpas nesta segunda pelo acidente “sem precedentes” da semana passada. “Nunca deveria ter acontecido e nunca deveria acontecer novamente”, disse aos repórteres.

Um piloto em um dos jatos não verificou as coordenadas do alvo, segundo um funcionário militar sul-coreano, citando os resultados preliminares da investigação militar.

Redação / Folhapress

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