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Em adeus, Marcelinho Huertas exalta basquete brasileiro após queda

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Marcelinho Huertas se aposentou da seleção brasileira de basquete nesta terça (6), aos 41 anos, com a derrota para os Estados Unidos nas quartas de final do basquete masculino.

Huertas diz que “vai lembrar para sempre desse dia”. Em entrevista ao sportv, o jogador celebrou a oportunidade de se aposentar da seleção, após mais de duas décadas representando a equipe nacional, contra os EUA, atuais tetracampeões olímpicos.

O veterano acredita que o Brasil não conseguiu executar seu plano de jogo. Huertas admite que era muito difícil superar o estrelado elenco norte-americano.

“Sensação que era um jogo especial independente do resultado final. Nossa ideia era ter jogado mais de igual para igual, tentar levar o jogo mais amarrado para jogar mais pressão para o time deles, mas eles fizeram um jogo muito completo, com muito acerto, e não competimos como queríamos. Mas é um jogo que vai ser lembrado, jogar com a seleção americana, terminar desse jeito depois de mais de duas décadas de seleção brasileira. Vou lembrar sempre desse dia”, disse

Marcelinho Huertas.

Huertas entende que a seleção está pronta para seguir em frente sem ele. O armador é um de apenas dois remanescentes do elenco que disputou as Olimpíadas de Londres 2012, primeira participação brasileira no basquete masculino dos Jogos neste século — o outro é Raulzinho, que hoje tem 32 anos.

“A seleção brasileira são ciclos, gerações que vão entrando e rodando. Acho que a seleção está num lugar bom, como sempre esteve nas duas últimas décadas em que estive aqui. O basquete brasileiro é muito respeitado fora do Brasil, e a gente sempre deu a cara nas competições internacionais, competiu de igual para igual com as seleções que enfrentou, e temos que levar isso como legado. E saber que a molecada mais nova que está na seleção já tem uma experiência, já demonstraram seu valor nos Mundiais, na Olimpíada pela primeira vez. Eles com certeza vão tomar esse relevo e ser os grandes líderes do futuro.”

Redação / Folhapress

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