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Endrick vive dia de glória no Real e vê luz no fim do túnel na seleção

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O belo gol e a atuação relevante na emocionante classificação do Real Madrid à final da Copa do Rei, na Espanha, mostram um Endrick eficiente nas brechas recebidas do técnico Carlo Ancelotti.

Um dos artilheiros da competição, com cinco gols, o jovem brasileiro mostra serviço nos minutos em ação, ao mesmo tempo em que pode vislumbrar uma guinada futura na relevância na seleção brasileira.

A média de Endrick no Real Madrid é de um gol a cada 80 minutos em campo.

Ele reconhece que não consegue brigar diretamente pela titularidade com Mbappé, mas vai construindo —tijolo a tijolo— sua reputação na Europa.

“Sei o quão difícil é jogar aqui, com os quatro melhores do mundo no ataque. Vinicius, Bellingham, Mbappé e Rodrigo. São jogadores incríveis, que querem jogar sempre. Mas quando surge uma oportunidade, tenho que aproveitar, seja marcando, ou defendendo”, disse o atacante, à TV oficial do Real Madrid.

O repertório no 4 a 4 com a Real Sociedad teve um belo gol —de cavadinha— e um quase gol de bicicleta que revela a inventividade de Endrick.

Ele foi substituído no segundo tempo e viu do banco a loucura que foi a reta final da partida, com o desfecho positivo na prorrogação, após um gol de Rüdiger.

Não por acaso Endrick angariou mais uma vez elogios de Ancelotti, em um cenário de contraste com o que passou nos últimos tempos na seleção brasileira.

A saída de Dorival Júnior tira do comando do Brasil um treinador que não estava plenamente disposto a dar chances a Endrick. Muito pelo fato de ter poucos minutos no Real Madrid.

E olha que foi o jovem atacante que salvou Dorival de tropeços no começo da passagem pela seleção — gols na vitória sobre Inglaterra (1 a 0) e no empate contra a Espanha (3 a 3).

Mas aos poucos, Dorival foi preferindo jogadores de maior força e presença de área. Endrick perdeu espaço.

No capítulo final de Dorival, só apareceu na convocação porque Neymar foi cortado. Ficou no banco contra a Colômbia e entrou numa “furada”: o segundo tempo contra a Argentina, quando o Brasil já perdia por 3 a 1.

Endrick tem pela frente toda a reta final da temporada na Espanha. O Real Madrid está vivo em três frentes (Campeonato Espanhol, Champions League e Copa do Rei).

É improvável que vire titular, mas pode ser relevante para o time, caso entre mais vezes.

O substituto de Dorival pode aproveitar. Mas agora só em junho, quando o Brasil enfrenta Equador e Paraguai pelas Eliminatórias.

IGOR SIQUEIRA / Folhapress

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