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Flamengo tem audiência com família de vítima do Ninho e segue sem acordo

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Os advogados do Flamengo e a família de Christian Esmério, goleiro que morreu no incêndio no Ninho do Urubu, estiveram frente a frente em uma audiência na Justiça do Rio. Sem acordo entre as partes a respeito de uma indenização, o processo está mais próximo de ter uma sentença do juiz.

A audiência na 33ª Vara Cível do Rio serviria para que testemunhas indicadas pelo Flamengo dessem depoimento. Entre elas, estaria o vice-presidente geral e jurídico do clube, Rodrigo Dunshee de Abranches.

Mas o Flamengo desistiu na última hora do depoimento das testemunhas. O hoteleiro Luiz Humberrto Tavares seria uma delas, esteve no fórum e foi dispensado. Dunshee e o funcionário da manutenção Diego Diogo da Silva nem chegaram a ir.

Os pais de Christian Esmério estiveram na audiência. Andreia, a mãe, estava, inclusive, com uma camisa com a foto do filho, que morreu em 2019, aos 15 anos.

Na mesma audiência, os advogados foram indagados pelo juiz do caso, André Aiex Baptista Martins, se haveria algum acordo. A falta de entendimento entre as partes sobre um valor para indenização persistiu.

A audiência, no geral, foi pouco produtiva, já que as testemunhas não foram ouvidas. Mas o processo fica mais próximo de um desfecho.

O QUE PODE ACONTECER

No processo, o Flamengo precisa se manifestar sobre uma petição recente feita pelos advogados da família a respeito de uma matéria jornalística. Nela, o então empresário do jovem goleiro do Flamengo disse que ele estava prestes a assinar o primeiro contrato profissional.

Passado o prazo de cinco dias para essa manifestação do Fla, já começará a contar o período de 15 dias em que as partes terão para enviar ao juiz as alegações finais antes da sentença.

A família de Christian é a única com a qual o clube não conseguiu acordo entre as dez que tiveram jogadores mortos no incêndio do Ninho, em fevereiro de 2019.

Os clube chegou a oferecer um valor, que não agradou. Então, o processo foi aberto em 2021 em busca de uma indenização.

IGOR SIQUEIRA / Folhapress

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