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Globo minimiza exibição de só sete jogos da Copa do Mundo feminina na TV aberta

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Em evento no Copacabana Palace, no Rio, a Globo apresentou nesta terça-feira (11) seus planos para a Copa do Mundo feminina, que começa no próximo dia 20. A emissora deixou claro que já vê o futebol feminino como uma realidade e diz que não vai retroceder no espaço que vem dando à categoria.

No entanto, em meio à exaltação que fez da competição, a empresa tentou minimizar o fato de que exibirá apenas sete partidas na TV aberta, o que classificou como “estratégia”. “É uma evolução de 2019 para cá”, afirmou Leonora Bardini, diretora de Programação e Marketing da Globo. “Na França [país que sediou a Copa daquele ano], nós acompanhamos o Brasil até as oitavas de final e fizemos a final: foram cinco jogos. Agora são sete, independente de quem chegue na final.”

Além da TV aberta, a Copa do Mundo feminina terá 34 jogos exibidos pelo SporTV, o canal esportivo do Grupo Globo. Para Austrália e Nova Zelândia, os dois países que sediam a competição deste ano, serão enviados 12 profissionais, sendo a maioria mulheres.

Nomes como Bárbara Coelho, Denise Thomaz Bastos, Gabriela Moreira e Renata Mendonça estarão nos locais dos jogos. A transmissão, no entanto, será toda operada do Brasil -com narração de Renata Silveira, Luis Carlos Jr., Dandan Pereira, Isabelly Moraes e Luís Roberto.

A Globo se apoia nos números que a seleção brasileira feminina já traz para a emissora. Despedida antes da viagem para a Copa, o amistoso contra o Chile, realizado em Brasília (DF) no último dia 2, marcou 10 pontos de Ibope em São Paulo, em um horário em que a Globo não costuma passar dos sete.

“Com o futebol feminino, nós não vamos dar um passo atrás. É um projeto sólido nosso, que será consolidado com esse Mundial”, frisou Renato Ribeiro, diretor de Esportes da Globo. Isso só ocorre, é claro, porque o mercado está acompanhando essa movimentação. Para a Copa, somando TV aberta e TV paga, já são 19 patrocinadores com contrato assinado para anunciar.

Apesar da aposta no futebol feminino, a Globo reconhece que há pontos a serem melhorados. Fãs da modalidade criticaram a decisão da emissora de só mostrar jogos do Brasileirão feminino a partir do mata-mata, ignorando a primeira fase. Os diretores responderam, mais uma vez, se tratar de algo estratégico.

“Nós não fazemos isso apenas no Brasileirão feminino, na Copa do Brasil masculina, que é um torneio nacional, a Globo só entra nas oitavas de final, no mata-mata. É uma estratégia nossa, de entrar nessas fases, algo como negócio mesmo”, rebateu Leonora.

GABRIEL VAQUER / Folhapress

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