RÁDIO AO VIVO
Botão TV AO VIVO TV AO VIVO
Botão TV AO VIVO TV AO VIVO Ícone TV
RÁDIO AO VIVO Ícone Rádio

Governo avalia pedido para antecipar aumento de imposto para carros elétricos, diz Alckmin

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), disse nesta quarta-feira (16) que o governo está avaliando o pleito da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para antecipar o calendário de aumento do imposto de importação para veículos eletrificados.

“O que a Anfavea pleiteia? Que antecipe essas alíquotas. Isso está sendo analisado neste momento”, disse Alckmin a jornalistas. Questionado sobre quando o governo tomaria uma decisão a respeito, Alckmin insistiu: “estamos discutindo neste momento”.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estipulou, em 2023, a cobrança do IPI (Imposto de Importação) para veículos eletrificados, que até então eram isentos.

Pelo calendário definido, para os veículos 100% elétricos, a tarifa para os que excederem a cota partiu de 10% em janeiro de 2024 e chegou a 18% em julho do mesmo ano. Em julho de 2025, a alíquota atingirá 25%. A etapa seguinte ocorre em julho de 2026, quando retornará aos mesmos 35% dos modelos a combustão.

Para os modelos híbridos que não dispõem de carregamento na tomada, a alíquota do imposto começou em 12% no mês de janeiro do ano passado e chegou 25% em julho. No mesmo mês deste ano, passará a 30%, até atingir os 35% em julho de 2026. No caso dos híbridos plug-in (que podem ser recarregados na tomada), o escalonamento é de 12%, 20%, 28% e 35%.

O pleito da Anfavea é que o calendário seja antecipado e o teto de 35% passe a valer imediatamente, sob a alegação de que houve um pico de importações de veículos elétricos, sobretudo da China. Para a Anfavea, o ritmo do aumento do imposto é muito lento para o fluxo de entrada desses carros no país.

Na conversa com jornalistas, Alckmin defendeu o calendário estabelecido pelo governo.

“Para veículo elétrico, [o imposto] era zero. Até 2023 era zero. O que nós fizemos? Olha, vai chegar em 35% em 2026. Então, começou de 0%, vai para 10%, vai para 18%, vai para 25% e termina em 35%. Varia um pouquinho se é híbrido puro, se é elétrico puro, híbrido ou se é plug-in, mas chegará em 35%”, declarou.

RICARDO DELLA COLETTA / Folhapress

COMPARTILHAR:

Participe do grupo e receba as principais notícias de Campinas e região na palma da sua mão.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

NOTÍCIAS RELACIONADAS