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Governo dos EUA anuncia cancelamento de assinaturas de jornais pelo mundo

BELO HORIZONTE, MG (UOL/FOLHAPRESS) – Em um comunicado interno, o Departamento de Estado dos EUA ordenou o cancelamento da assinatura de todos os jornais considerados “não essenciais para a missão”. O documento foi revelado nesta terça-feira (18) pelo The Washington Post.

Memorando foi enviado para embaixadas e consulados na Europa em 11 de fevereiro. A justificativa seria conter gastos. “Considerando essa prioridade, os postos são instruídos a emitir imediatamente Ordens de Paralisação para todos os contratos/pedidos de compra de assinaturas de mídia (publicações, periódicos e assinaturas de jornais) que não sejam revistas acadêmicas ou profissionais e que não sejam essenciais para a missão”, diz o documento.

Em 14 de fevereiro, outro documento pediu para que as equipes priorizem o encerramento do contrato com seis meios de comunicação em particular: The Economist, The New York Times, Político, Bloomberg News, Associated Press e Reuters.

O Político e a Associated Press foram criticados pelo governo dos EUA recentemente. No início de fevereiro, a secretária de imprensa da Casa Branca anunciou que o governo cancelaria os contratos de assinatura com o Político após críticas de aliados do presidente, incluindo Elon Musk. Recentemente, a Associated Press foi atacada por Donald Trump por se recusar a usar o termo “Golfo da América”. Jornalistas da empresa estão banidos de eventos na Casa Branca e de viajar a bordo do Air Force One desde 12 de fevereiro.

Funcionários das embaixadas e consulados ficaram preocupados com a decisão. Em condição de anonimato, um funcionário disse ao The Washington Post que “isso colocará vidas americanas em risco no exterior, pois estamos sendo privados de fontes de notícias necessárias diariamente” . Embaixadas e consulados dependem de cobertura jornalística para seus trabalhos, principalmente no âmbito da segurança.

O departamento informou aos funcionários que poderiam manter uma assinatura de notícias. Porém, ela só seria justificável caso afetasse a segurança dos funcionários ou das instalações dos EUA, fosse exigida por tratado ou lei, ou se respondesse de forma positiva a uma das seguintes perguntas: “Isso torna a América mais segura? Isso torna a América mais forte? Isso torna a América mais próspera?”

Redação / Folhapress

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