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Haddad espera que Brasil chegue em 2026 comendo filé mignon

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, espera que o Brasil chegue em 2026 “comendo filé mignon” se o país “souber de beneficiar de suas vantagens competitivas”.

A avaliação foi feita em entrevista à Globonews nesta terça-feira (7) após ser questionado se o país chegaria em 2026, ano das próximas eleições presidenciais, comendo picanha ou patinho, lagarto e maminha. Haddad respondeu que estaria satisfeito com todas as opções.

A pergunta e a resposta de Haddad são uma referência à promessa de campanha do presidente Lula (PT) de que, caso fosse eleito, o país voltaria a comer picanha.

“Esse país tem que voltar a crescer, tem que voltar a ser feliz, tem que voltar a gerar emprego. O povo, eu digo sempre: o povo tem que voltar a comer um churrasquinho, a comer uma picanha e tomar uma cervejinha”, disse Lula em entrevista ao Jornal Nacional em 2022.

Haddad tinha citado um pouco antes na entrevista a inclusão das carnes na cesta básica na reforma tributária como um elemento que poderia baratear o preço do alimento. Na reforma, os itens incluídos na cesta básica têm um imposto menor.

Na entrevista para a Globonews, Haddad disse que o déficit primário do governo ficará em 0,1% do PIB em 2024. O dado não leva em conta os gastos com as enchentes no Rio Grande do Sul, que foram excluídos da meta fiscal após autorização do Congresso Nacional. Caso fossem incluídos, o déficit seria de 0,37% do PIB, disse Haddad.

A equipe do ministro Fernando Haddad (Fazenda) traçou como objetivo perseguir o déficit zero, mas a meta conta com uma margem de tolerância de até 0,25 ponto percentual do PIB (Produto Interno Bruto) para mais ou menos. Isso significa que um déficit de até R$ 28,8 bilhões ainda é considerado dentro da meta.

LUCAS MARCHESINI / Folhapress

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