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Homem que tentou jogar esposa de penhasco é acusado por ela de abuso sexual

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O médico Gerhardt Konig está sendo acusado de abuso sexual por sua esposa, Arielle Konig, após ter tentado jogá-la de um penhasco no Havaí (EUA).

Mulher pediu medida protetiva contra marido. Arielle Konig escreveu em petição à Justiça que sofreu abusos sexuais por meses antes de seu marido, Gerhardt Konig, tentar matá-la. As informações foram publicadas pela revista People.

Marido tinha “ciúmes extremos”, disse a vítima. Embora a mulher não tenha determinado um período específico em que os abusos ocorreram, apontou que eles pioraram a partir de dezembro de 2024. “Desde então, ele tentou controlar e monitorar todas as minhas comunicações”, alegou a vítima na petição. Ela disse ainda que o casal estava fazendo terapia individual e de casal.

Homem tentou empurrar esposa de penhasco no Havaí. O casal estava fazendo uma trilha na ilha de Oahu, quando Gerhardt pediu uma foto no topo de um penhasco. Arielle negou e foi atacada pelo marido, que tentou arremessá-la no abismo.

Sem conseguir, pegou uma pedra e bateu dez vezes contra a cabeça da vítima, antes de espetá-la com uma seringa. Ele fugiu após o crime, mas foi preso após algumas horas de buscas.

Arielle foi encaminhada para o hospital em estado crítico. Ela teve ferimentos no rosto e na cabeça.

Gerhardt Konig está preso sob fiança de 5 milhões de dólares (R$ 28,5 milhões). Ele deve responder por tentativa de homicídio de segundo grau, e já foi suspenso de várias instituições médicas onde trabalhava.

EM CASO DE VIOLÊNCIA, DENUNCIE

Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 190 e denuncie.

Casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por parceiros ou ex-companheiros das mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.

Também é possível realizar denúncias pelo número 180 -Central de Atendimento à Mulher- e do Disque 100, que apura violações aos direitos humanos.

Redação / Folhapress

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