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Invasor de casa que cozinhou para vítima já havia sido condenado 4 vezes

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Damian Wojnilowicz, condenado na semana passada após invadir casas no País de Gales e preparar comida para uma das vítimas, já tem um histórico de condenações. As informações são da emissora britânica BBC.

O homem de 36 anos já havia sido condenado quatro vezes. Ele respondeu por crimes como agressão, ofensas à ordem pública e resistência à prisão.

Wojnilowicz recebeu a quinta sentença, de 22 meses de prisão, no País de Gales, na quinta-feira (3). Ele invadiu uma casa e realizou tarefas domésticas para a vítima, como pendurar as roupas dela e preparar uma refeição. O caso aconteceu em 16 de julho.

Ele também alimentou os pássaros e moveu os vasos de plantas da casa em Monmouthshire, segundo a BBC. O homem ainda retirou um par de sapatos da embalagem, que foi colocada em uma lixeira de reciclagem.

Um bilhete deixado por Wojnilowicz dizia: “Não se preocupe. Seja feliz, coma e relaxe”.

‘ANSIEDADE EXTREMA’

A mulher disse que ficou com muito medo após chegar em casa e perceber que o local havia sido invadido. Um vizinho disse a ela que viu alguém pendurando roupa no varal.

“Até ele ser pego, eu estava vivendo em um estado de ansiedade extrema que nunca havia experimentado antes”, afirmou a vítima. “Eu me perguntei se era alguém que me conhecia, se isso iria se transformar em uma perseguição, se ele sabia que eu morava sozinha”, acrescentou.

Wojnilowicz ainda limpou o chão com um esfregão. Ele consumiu uma garrafa de vinho da mulher.

SEGUNDA VÍTIMA

Em 29 de julho, o homem invadiu outra casa, segundo a BBC. Desta vez, a vítima recebeu um alerta da invasão no celular e viu Wojnilowicz caminhando pela garagem. Ele usou o chuveiro da casa para lavar e limpar as roupas dele e consumiu alimentos e bebidas.

O invasor ainda usou a banheira de hidromassagem da casa. O genro da segunda vítima foi ao local e encontrou o homem com sinais de embriaguez, enquanto segurava um copo.

Tabitha Walker, advogada do acusado, disse que ele estavam em situação de rua na época das invasões. Ela disse que o cliente se desculpou com as vítimas pelo mal que causou a elas.

Redação / Folhapress

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