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Letticia Munniz diz que não usa gordofobia para ganhar dinheiro

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Letticia Munniz, 33, foi a convidada do “Na Piscina com Fê Paes Leme” (GNT), da noite desta terça-feira (30). A influenciadora, que é conhecida por quebrar padrões e elevar a autoestima de mulheres, contou que, nem sempre lidou tão bem com o seu corpo.

A modelo foi questionada por Fernanda Paes Leme se usa gordofobia para se promover e ganhar dinheiro: “Eu sou uma mulher fora do padrão, sei que estou muito mais perto dele do que longe, mas sou eu, o que vou fazer? É a minha vida, a minha história, e eu uso a minha história para mudar outras histórias… Se eu não mudei a sua, desculpa”.

Normalizando o corpo fora do padrão: “Eu não exibo o corpo num lugar de sexualidade, é num lugar de normalidade, para que as pessoas normalizem. Porque a qualquer momento que você entra nas redes sociais vai ter uma mulher magra mostrando o copo dela. Isso é a coisa mais normal do mundo”

Superação: “Eu sei que faz a diferença porque eu já estive nesse lugar. Ver o corpo de uma mulher, ver esse corpo existindo, se sentindo linda, amada, feliz, tendo sucesso, se sentindo… Já mudou a minha vida”.

Padrão estético: “O padrão de beleza é tão inatingível que precisa ser feito numa mesa de cirurgia. E o que essas pessoas não percebem e talvez não façam com maldade, também estão sendo atingidas, é como isso faz mal a outras pessoas. A gente tem mulheres que até hoje acham a coisa mais horrível do mundo ter celulite, ter estria, e elas gastam todo o dinheiro delas com tratamento estético. A indústria da estética no Brasil, talvez no mundo, é uma das mais lucrativas porque as mulheres estão doentes atrás da perfeição”.

Saúde: “Ninguém está indo atrás, está julgando ou cobrando a saúde de uma pessoa magra que fuma, que se alimentam mal, não fazem atividade física, mas são magras. Então, porque que a gente está julgando a vida, a existência, da saúde de pessoas magras? Então, porque a gente está julgando a vida, a existência e a saúde de pessoas gordas? A questão toda é sobre isso. Se a pessoa está doente ou não, é da minha conta. E a pessoa pode estar doente sendo gorda ou sendo magra”, finalizou.

Redação / Folhapress

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