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Líder de seita acusada de matar seis pessoas exige comida vegana na prisão

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Presa desde o último domingo (16) no estado americano de Maryland, a programadora trans Ziz LaSota interrompeu a própria audiência de custódia para exigir comida vegana na prisão.

Ela é acusada de liderar a seita conhecida como Zizians. Segundo a promotoria, os Zizians são “extremistas perigosos”. Investigações em curso apontam que o grupo matou seis pessoas em diferentes partes dos EUA, incluindo um policial. As informações são do New York Post.

Durante sua audiência, Ziz gritou para o juiz: “Eu vou morrer de fome se você não intervir. Preciso que a prisão seja obrigada a ter uma dieta vegana. Isso é mais importante do que essa audiência.”

Ziz, 34, foi presa junto com seus seguidores Michelle Zajko, 33, e Daniel Blank, 26, em uma área rural no estado de Maryland. Eles respondem por invasão de propriedade e posse ilegal de arma de fogo. O tribunal decidiu pela prisão preventiva do grupo.

Michelle Zajko também é suspeita de matar os próprios pais em janeiro de 2023, em sua casa na Pensilvânia.

Os Zizians são jovens cientistas e pesquisadores, todos reconhecidamente brilhantes, com passagens por universidades renomadas. Eles deixaram manuscritos sobre o anarquismo, veganismo radical, identidade de gênero e inteligência artificial. A maioria dos membros, assim como a líder, se identifica como transgênero.

OUTROS INTEGRANTES

Além do trio que está preso, a polícia lista como membros do culto Milo Youngblut, 21, acusado de matar a tiros o policial rodoviário David Maland na fronteira com o Canadá, em janeiro. Ele é estudante de ciência da computação na Universidade de Washington.

Outra integrante morreu no confronto. Ophelia Bauckholt, de nacionalidade alemã, colecionava prêmios por ser uma jovem gênia da matemática.

Outro membro, Maximilian Snyder, 22, é acusado de matar o fazendeiro Curtis Lind, de 82 anos, em janeiro, na Califórnia. O fazendeiro já havia sido atacado com uma espada no olho por integrantes do grupo, semanas antes de ser morto. Alexander Leatham e Suri Dao, outros dois membros, são suspeitos de tentativa de homicídio.

ANAHI MARTINHO / Folhapress

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