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Lula quer discussão climática no currículo escolar

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Lula afirmou nesta terça-feira (8) que vai conversar com o ministro da Educação, Camilo Santana, para incluir a discussão climática no currículo escolar do Brasil.

Lula também voltou a defender uma reforma no sistema de governança global, acrescentando que o formato atual permite que pontos pactuados em conferências acabam sem efeitos práticos por falta de ratificação dos parlamentos.

“Países ricos acham que tudo se resolve prometendo dinheiro. Não é só dinheiro, queremos é participação científica, contribuição, ter os recursos necessários para salvar uma espécie que vive na Amazônia, que são os ribeirinhos, os pescadores, os quilombolas”, disse o presidente.

A fala do mandatário aconteceu durante a sua live semanal na internet, o Conversa com o Presidente. A transmissão foi feita a partir de Belém (PA), onde acontece a Cúpula da Amazônia.

As questões ambientais foram praticamente os únicos assuntos discutidos durante a transmissão. Lula afirmou que o tema meio ambiente não é “mais uma coisa trivial, de gente que é lunático” e que atualmente todos estão envolvidos. Por isso disse que é preciso que o assunto seja ensinado nas escolas e que por isso já conversou com o ministro da Educação.

“A questão ambiental hoje ela está dentro da casa das pessoas. Eu, inclusive, estou defendendo que o ministro da Educação [Camilo Santana] coloque no currículo escolar a questão do debate do clima. Temos que ter aulas para as crianças sobre a questão do clima, o significado das pessoas cuidarem das coisas, de fazerem coleta seletiva de lixo”, afirmou o presidente.

“Se você não colocar na escola, você não cria uma geração de pessoas preparadas para educar os mais velhos e as futuras gerações. Nós vamos colocar no currículo escolar, essa é uma discussão que eu vou fazer com o ministro Camilo, para ele fazer junto ao pessoal da educação, porque eu acho fundamental”, completou.

Lula também cobrou a participação de governos estaduais para atingir a metade de desmatamento zero na Amazônia até 2030.

RENATO MACHADO / Folhapress

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