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Lume ocupa SP Escola de Teatro na Virada Cultural em celebração aos 40 anos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Lume Teatro vai ocupar a SP Escola de Teatro durante as 24 horas da Virada Cultural para comemorar os 40 anos de existência do grupo. Nove espetáculos serão apresentados durante a ocupação, em 13 sessões espalhadas pelos andares e salas da escola na praça Roosevelt.

Entre os espetáculos da Casa Lume 40 anos Ocupa a SP estão “Vozes do Lume – Memória em Canção”, “Prisão para a Liberdade”, “Cabaré Risos de Outono” e “Kintsugi – 100 Memórias”.

Fundado em 1985, o grupo de Campinas é conhecido pelas pesquisas sobre atuação, com apresentações em 30 países e colaborações com artistas e coletivos de várias partes do mundo.

As quatro décadas de existência já foram celebradas na mostra “Lume em Cena: Corpo Coletivo”, entre abril e o início de maio no Sesc Santana.

“Cantamos para abrir e fechar os trabalhos do dia, para receber amigos, para agradecer uma acolhida, para dizer adeus, para saudar aqueles que já partiram”, afirma a atriz Ana Cristina Colla sobre “Vozes do Lume”. São canções já apresentadas em plataformas de petróleo, praças, ruas, escolas, presídios, barcos e comunidades indígenas, além dos teatros.

O solo “Prisão para a Liberdade”, de Carlos Simioni, já foi apresentado nos Estados Unidos, Itália, Dinamarca, Bélgica, Costa Rica, Colômbia e Portugal.

“Voltar ao palco com esse solo é um deleite, pois revivo toda minha trajetória como ator e pesquisador durante esses 40 anos. É como se eu estivesse presente cara a cara com meus mestres e com o que eles me ensinaram”, diz Simioni.

“Cabaré Risos de Outono” reúne palhaços e atores em um espetáculo com improvisos, além de sonorizações e iluminações criadas durante as apresentações.

Em “Kintsugi – 100 Memórias”, o Lume parte de uma discussão interna que quase provocou o fim do coletivo. Durante as duas horas de espetáculo, os atores Ana Cristina Colla, Jesser de Souza, Raquel Scotti Hirson e Renato Ferracini tentam restaurar o que quase se rompeu e resgatam memórias individuais e coletivas.

O Lume foi criado na Unicamp, a Universidade Estadual de Campinas, por Luís Otávio Burnier e Simioni como um centro de pesquisas cênicas. Além dos espetáculos, realiza cursos, seminários e promove intercâmbios culturais internacionais.

Entre os artistas com quem o grupo já fez parcerias estão Iben Nagel Rasmussen e Kai Bredholt (Odin Teatret, na Dinamarca), Natsu Nakajima e Anzu Furukawa (Japão), Nani e Leris Colombaioni (Itália), Sue Morrison (Canadá), Tadashi Endo (Japão) e Norberto Presta (Argentina).

LUME TEATRO NA VIRADA CULTURAL

– Quando 24 e 25 de maio, em vários horários

– Onde SP Escola de Teatro

– Preço Gratuito

– Autoria Lume Teatro

CRISTINA CAMARGO / Folhapress

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