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Mancha Verde e Acadêmicos do Tucuruvi caem para Grupo de Acesso do Carnaval de SP

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As escolas de samba Mancha Verde e Acadêmicos do Tucuruvi ficaram nas últimas colocações no Grupo Especial e caíram para o Grupo de Acesso do Carnaval de São Paulo em 2025, que consagrou como campeã a Rosas de Ouro.

A escola do Tucuruvi, que terminou o desfile do ano passado em sétimo lugar, teve um começo de apuração difícil e amargou notas de 9.7, 9.5 (descarte), 9.8 e 9.8 em enredo, o que inviabilizou a recuperação ao longo da divulgação de outros quesitos. Com 269 pontos, a escola ficou com a 13ª posição após o desempate, que deu a vantagem à Barroca Zona Sul.

Já a Mancha Verde, dona de dois títulos do Carnaval de SP, viu seu desfile arrematar 268,9 pontos ao fim da apuração. Enredo, mestre-sala e porta-bandeira e evolução foram os quesitos com pior desempenho, segundo os jurados. A escola volta ao grupo de acesso depois de ter ficado na quinta posição em 2024.

Em sua passagem pelo Anhembi no primeiro dia de desfiles do Grupo Especial em SP, a Mancha fez uma homenagem à cultura baiana. Viviane Araújo, rainha da escola, foi ao sambódromo usando uma luva vermelha e outra azul, em referência aos acessórios usados por Daniela Mercury na capa do álbum “O Canto da Cidade”, de 1992.

Já a Acadêmicos do Tucuruvi, quinta escola a desfilar na madrugada do segundo dia no Anhembi, festejou a cultura indígena brasileira com carros alegóricos e fantasias de cores vibrantes e temas inspirados na natureza.

O enredo “Assojaba – a busca pelo manto” teve como proposta contar a história do manto tupinambá, vestimenta sagrada para alguns povos indígenas do país. A peça foi devolvida ao Brasil no ano passado após passar mais de 380 anos na Dinamarca.

Os carros alegóricos carregaram mensagens fortes -em um deles, a figura gigante de um indígena segurava a cabeça de Dom Pedro 1º. Carla Prata, rainha de bateria, foi ao sambódromo com maquiagem e uma prótese que a transformou em uma felina.

Redação / Folhapress

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