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Medidas judiciais estão sendo tomadas, diz mulher filmada por não ceder lugar em avião

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Após ser acusada de não ter empatia por não ceder seu lugar na janela de um avião a uma criança, Jennifer Castro já ganhou mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais. Ela vem recebendo apoio maciço dos internautas, que elogiam sua tranquilidade em meio à pressão da mãe do menino. Jennifer ficou famosa sem falar uma palavra, mas toda essa situação mais assusta do que alegra a mineira.

“Está sendo tudo muito novo, pois eu não era conhecida e agora tenho esse tanto de seguidor. Tem muita gente me apoiando, mas tem uns que estão jogando hate (ódio)”, disse ela em entrevista a Patricia Poeta na manhã desta sexta (6), no Encontro (Globo).

Apesar de dizer que não sabe explicar muito bem o que tem sentido, Jennifer afirma que teme por sua integridade física, já que há muita gente perguntando o local onde ela mora e querendo saber mais detalhes sobre sua rotina.

Ela diz que o constrangimento pelo qual a mãe da criança que chorava no avião a fez passar não ficará impune. “As medidas cabíveis já estão sendo tomadas”.

De acordo com ela, no momento do incidente, a criança não parava de chorar, o que causou muito tumulto. Boa parte da família estava presente no avião, condenando a sua atitude de não deixar seu lugar na janela da aeronave para que o menino se acomodasse na poltrona, pela qual pagou mais caro.

“Fiquei com medo que viessem para cima de mim, por isso tentei não responder para não chamar mais a atenção. Fiquei com medo”, disse.

Segundo ela, a mãe do menino a xingou de muitos nomes, inclusive quando o voo do Rio de Janeiro a Belo Horizonte pousou. “Ela falava de um jeito preconceituoso. Perguntou se eu tinha deficiência, me chamava de imbecil. Ela queria briga. Estou com medo da minha segurança e que façam algo com a minha família.”

Conforme o perfil no LinkedIn, Jeniffer é formada em administração pela Faculdade de Nova Serrana, cidade a 124 km de Belo Horizonte, Minas Gerais, e trabalha há três anos como agente de negócios no Bradesco. Em vez de ser criticada pela exposição do vídeo, Castro recebeu uma onda de apoio.

LEONARDO VOLPATO / Folhapress

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