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Metrô de SP aumenta número de agentes nas estações após morte de passageiro

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Metrô de São Paulo aumentou o número de agentes nas estações de maior fluxo após a morte de um passageiro no último dia 6. Lourivaldo Ferreira Silva Nepomuceno, 35, ficou preso entre a porta do trem e a da plataforma.

Os guardas atuam em estações de grande movimento das linhas 2-Verde e 3-Vermelha, nos horários de pico. Esses agentes terceirizados foram deslocados de outras funções no final da semana passada, informou o Metrô ao UOL nesta terça-feira (20).

Esses agentes auxiliam os funcionários das estações na orientação dos passageiros. Segundo a empresa, eles foram contratados por meio de licitação em 2021 e 2024.

A morte do passageiro também motivou a instalação de barreiras de proteção. Elas foram colocadas nas portas das plataformas da Linha 5-Lilás pela ViaMobilidade, responsável pelo percurso.

Barreiras vão eliminar o vão entre o trem e a porta da plataforma. Estruturas chamadas de Gap Fillers são feitas sob medida para tapar o vão. Elas são compostas por polímero e têm o interior metálico.

Todas as 17 estações da Linha 5-Lilás terão Gap Fillers. A primeira é a estação Capão Redondo, que recebeu a estrutura de segurança na noite da última sexta-feira (16). No total, 3.500 unidades foram encomendadas.

PASSAGEIRO FICOU PRENSADO ENTRE PRONTAS E FOI ARRASTADO

Lourivaldo Ferreira da Silva Nepomuceno, 35, morreu após ficar preso entre o trem e a porta da plataforma da Estação Campo Limpo da Linha 5-Lilás do Metrô. Depois de ficar prensado, ele foi atingida pelo trem. Acidente aconteceu em 6 de maio.

ViaMobilidade culpou o passageiro. Em nota, a concessionária disse que, “mesmo após todos os alarmes visuais e sonoros, ele [a vítima do acidente] tentou entrar no vagão e acabou ficando preso no espaço entre as portas do trem e da plataforma”.

As portas do trens têm sensor que impede que eles partam com as portas abertas. No entanto, não há sensores no vão entre a porta da plataforma e a porta do trem.

Redação / Folhapress

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