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MP investiga Jorge de Sá, filho de Sandra de Sá, por estelionato; ele nega

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Ministério Público de São Paulo acionou a Polícia Civil do estado para investigar o ator Jorge de Sá, filho de Sandra de Sá, acusado de estelionato e falsidade de documentos.

Promotoria instaurou investigação contra Jorge em fevereiro passado. O ator foi alvo de denúncia por, supostamente, enganar clientes interessados em bolsas de estudos em instituições dos Estados Unidos. A informação foi revelada pela revista Veja e confirmada pelo UOL.

Jorge teria sido contratado por famílias paulistanas para intermediar bolsas escolares para os EUA. Ele, que além de ator também é empresário, diz no site de sua agência que consegue levar jovens brasileiros para estudar e praticar esportes em instituições de ensino norte-americanas e da Europa.

Famílias supostamente lesadas dizem que fizeram os pagamentos para Jorge, mas o ator não teria cumprido sua parte. Conforme a denúncia feita ao MPSP, o filho de Sandra de Sá não repassava os valores pagos às instituições de ensino dos EUA.

MPSP alega que a denúncia apresentada pelas vítimas traz “indicativos de eventuais delitos de estelionato” praticados pelo ator. O caso segue sob investigação.

Jorge nega ter cometido irregularidades. O ator disse em pronunciamento feito por meio de seu advogado, Sylvio Guerra, que “jamais fingiu” representar oficialmente qualquer instituição de ensino do exterior, mas garantiu possuir contatos que facilitam a ida de jovens brasileiros para estudar em outros países de forma legalizada.

O ator também admitiu que em alguns casos não conseguiu cumprir com o que foi acordado. Por esse motivo, disse, ele contatou essas famílias para propor acordo para devolver o dinheiro investido, mas alguns não teriam aceitado a proposta e estão “fazendo barulho”.

Defesa classificou como “levianas” as acusações imputadas a Jorge de estelionato e apropriação indébita. A Veja, Jorge disse trabalhar há oito anos com bolsas acadêmicas, que se “assustou” com as “inverdades e com essa investigação”, que ele afirmou desconhecer até o caso ter sido publicado na imprensa.

Redação / Folhapress

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