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Paulistanos trocam home office por coworking em busca de ar-condicionado

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Enquanto o calorão não dá trégua em São Paulo, paulistanos buscam refresco fora de casa, e locais com ar-condicionado são sedutores. É o caso dos coworkings –escritórios compartilhados. Em vez ficar no home office, muitas pessoas têm procurado a comodidade e o geladinho desses espaços.

É o cenário na WeWork da rua Girassol, na Vila Madalena, zona oeste da cidade. Na manhã de quarta-feira (19), o andar principal do prédio estava com sua lotação máxima.

Um dos presentes era o empresário Flavio Sahib, 54. Ele escolheu o espaço para trabalhar há mais de um ano, mas desde janeiro passou a ir com mais frequência e a ficar ainda mais no prédio para aproveitar a refrigeração. “É um alívio”, diz ele.

Levantamento da WeWork, com mais de 20 polos na capital paulista, mostra que somente nos 18 primeiros dias de fevereiro já houve 20% mais reservas que em todo mês de janeiro.

Terça (11) e quarta (12) foram os dias mais cheios. Nas duas datas, as máximas passaram dos 30°C, segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) da Prefeitura.

Comparando o mesmo recorte de fevereiro de 2025 a fevereiro de 2024, o aumento nas buscas pelos serviços da empresa também foi de 20%. A WeWork trabalha com reservas diárias e planos de assinatura. Um pacote mensal básico, por exemplo, custa R$ 499.

Em outro coworking, o NAMU, na rua Guarani, região central da cidade, o aumento de clientes também foi percebido nas últimas semanas. “Notamos que quase todos os clientes nos últimos meses acabam mostrando alívio ao chegar por aqui e ter o ar condicionado em todos os espaços”, diz a empresa.

A publicitária Fernanda Portugal, 33, relata que seu humor até melhorou quando passou a frequentar o local, no início de janeiro. Segundo ela, a sensação térmica em seu apartamento, a alguns metros dali, estava beirando os 40°C diariamente. Agora, os 22° do escritório parecem um sonho, relata.

BRUNO LUCCA / Folhapress

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