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Peso das ondas em Teahupo’o levanta possibilidade de adiamento das oitavas femininas

PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – Teahupo’o, a mais distante sede olímpica de Paris-2024, é conhecida pelos tubos perfeitos. E também pelo peso descomunal da parede de água que envolve quem as surfa.

Não é para amadores. Pois em 2020, quando os organizadores dos Jogos anunciaram que o surfe olímpico seria disputado no Tahiti, no meio do Pacífico, bem longe do “hexagone” (a França continental), a cartolagem do esporte se viu de calças curtas. Supostamente para proteger as surfistas, Teahupo’o havia sido retirado do calendário feminino em 2006, a despeito dos protestos à época de pioneiras de ondas grandes.

A saída foi devolver a etapa ao campeonato imediatamente para que a turma ganhasse alguma quilometragem. Ainda assim, muitas mulheres que estão no mar do Tahiti neste fim de semana pouco ou quase nunca surfaram por lá.

Surfe é um esporte peculiar, em que a experiência no local conta muito mais do que em outras modalidades, inexiste um campo de jogo padronizado, muito pelo contrário. Um erro entre a massa de água e os corais do fundo pode custar a medalha e coisa maior, como a vida. Paris-2024, também no tranco, promove a equidade de gênero.

JOSÉ HENRIQUE MARIANTE / Folhapress

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