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Polícia francesa pede que amigos guardem celular e pertences com DNA de brasileiro desaparecido

PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – Os amigos de Flávio de Castro Sousa, brasileiro desaparecido em Paris desde o dia 26 de novembro, foram instruídos pela polícia francesa, nesta segunda-feira (9), a não enviarem ao Brasil o notebook, o celular e objetos que possam conter o DNA do fotógrafo.

Na semana passada, Rafael Basso, amigo de Sousa, e o francês Alex Gautier, última pessoa que teria falado com ele antes do desaparecimento, levaram os itens do fotógrafo à embaixada do Brasil na França.

A mala foi destrancada na presença do adido da Polícia Federal em Paris, Luiz Roberto Ungaretti de Godoy, mas não revelou informações que ajudassem a localizá-lo. As senhas do notebook e do celular não foram desbloqueadas. Os itens continuam em poder dos amigos de Sousa.

A polícia solicitou a Basso que o celular e o notebook não saiam da França, pois podem ajudar nas investigações. Da mesma forma, itens como a escova de dentes de Sousa podem conter amostras de DNA, úteis caso seja necessária a eventual identificação de um cadáver.

Depois da intercessão das autoridades brasileiras e da grande repercussão no Brasil, o caso passou a interessar a polícia e a imprensa francesas. O jornal Le Parisien dedicou uma página inteira ao desaparecimento.

Sousa chegou a Paris no dia 1º de novembro, para fotografar o casamento de conhecidos e tirar férias. Durante a viagem, conheceu Gautier. Os dois teriam se visto pela última vez na noite do dia 25.

Na manhã seguinte, Sousa contou a Gautier, pelo WhatsApp, que estava no hospital por ter caído no rio Sena e que por isso ia perder o voo de volta para o Brasil. À tarde, avisou que tinha prorrogado em um dia a estadia no apartamento que alugara por temporada e que ia dormir.

No dia seguinte, alarmado com a falta de notícias, Gautier foi ao apartamento e não o encontrou. O celular de Sousa foi achado em um vaso em frente a um bistrô à margem do Sena, próximo ao ponto onde ele tinha caído na véspera.

ANDRÉ FONTENELLE / Folhapress

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