SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Principal organização de esports da América Latina, a Furia expandiu suas atividades das telas de computadores para o campo de futebol no fim do ano passado, com direito a envolvimento de Neymar.
André Akkari, um dos fundadores e Co-CEO da Furia, é corintiano fanático. Em 2017, ele se juntou a Cris Guedes, “parça” de Neymar, e a Jaime Pádua na empreitada, mesmo inicialmente alheio ao mercado dos esports. O ex-campeão mundial de pôquer queria investir e ficou interessado pelo lado competitivo dos jogos eletrônicos.
O empresário vê a organização como “uma mistura de empresa com um negócio de paixão”. Torcedor de carteirinha e com o esporte na bagagem, ele buscou explorar a ligação com os fãs à medida que a marca da Pantera ia crescendo. O Corinthians foi o principal impulsor para Akkari.
NEYMAR, DE EMBAIXADOR A PRESIDENTE
A Furia criou no ano passado um time de futebol de 7 para participar do Mundial da Kings League, criada por Gerard Piqué. Com Neymar na torcida, a equipe chegou às quartas de final, perdendo para os compatriotas da G3x, de Gaules, que veio a ser vice-campeã.
Agora em 2025, a Furia vai participar da primeira edição da Kings League no Brasil. A Pantera será um dos dez times que disputarão o campeonato, que terá apresentação oficial no próximo dia 24 e será disputado ainda no primeiro semestre deste ano, em São Paulo.
A Furia sempre teve Neymar como torcedor, mas agora ele será um dos presidentes da equipe na Kings League no Brasil. Amigo pessoal de Akkari e de Cris Guedes, o atacante sempre acompanha a Furia nas modalidades de esports e era uma espécie de embaixador.
ANDRÉ MARTINS E FLAVIO LATIF / Folhapress
