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Preparador do Palmeiras paga promessa por título e explica zica em pênaltis

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O preparador de goleiros Rogério Godoy chegou ao Palmeiras em 2020 e, com o título do Campeonato Paulista do fim de semana, já soma onze taças no clube em um período curto de tempo. À reportagem o profissional revelou que, em caso de nova conquista, iria cumprir promessa séria: se livrar da barba, sua marca registrada desde que chegou ao time alviverde.

“Para tirar ela é só em momentos especiais. Acabei fazendo uma promessa mesmo. Eram 90 anos que não se tinha um tricampeonato do Palmeiras no Paulistão. Eu achei que ia ser um jogo muito difícil. E aí fiz duas promessas, uma, tirar a barba, eu já paguei, e a outra ainda vou pagar: vou comprar algumas cestas básicas e doar lá no CT para os funcionários do clube”, afirma Godoy.

Rogério é figura muito forte dentro do vestiário do Palmeiras. Ele é responsável por discursos motivacionais antes das partidas. Todas as áreas do clube são motivadas pela comissão técnica de Abel Ferreira a participarem desses momentos.

O profissional é muito elogiado internamente por conseguir manter os goleiros do Palmeiras em alto nível, mesmo sem eles estarem atuando. Marcelo Lomba, por exemplo, está em seu terceiro ano no clube e só fez 19 jogos, mas na maioria deles mostrou que estava à altura de Weverton.

ROGÉRIO EXPLICA “ZICA NOS PÊNALTIS”

Na era Abel Ferreira, o Palmeiras participou de oito disputas de pênaltis e só venceu uma: contra o Atlético-MG, nas quartas de final da Copa Libertadores de 2022.

Apesar das críticas, Weverton tem números similares a Marcos, um dos maiores pegadores de pênaltis da história do Palmeiras. Weverton defendeu 10 cobranças de 57 (um aproveitamento de 17,5%). Marcos fez 17 defesas em 91 cobranças (18,6%).

Além disso, o camisa 21 alviverde só não defendeu pênaltis em duas disputas: Recopa Sul-Americana contra o Defensa y Justicia, e na Supercopa do Brasil contra o São Paulo.

“Eu sou responsável direto pelos goleiros. Falando dos pênaltis, a gente trabalha muito, a gente tenta orientar, tenta passar o máximo daquilo que a gente vê dos batedores adversários. Volto a dizer que a gente é uma família, não é só da minha parte, a gente tem o professor Rafael Costa, do Centro de Inteligência do Palmeiras, que nos passa esses dados, a gente avalia, conversa. Nos pênaltis, a gente não está sendo feliz, mas eu tenho certeza que uma hora isso vai mudar, e é só com o trabalho, e o trabalho não falta. Nosso torcedor pode ter certeza que o trabalho não falta”, diz.

RECUPERAÇÃO DE WEVERTON

Weverton teve um de seus piores momentos neste Campeonato Paulista: ele teve falhas que custaram gols nas duas rodadas iniciais e sofreu muitas críticas após tirar a mão da bola em cobrança de falta de Garro, que deu o empate ao Corinthians em um clássico no último minuto.

No entanto, o goleiro conseguiu dar a volta por cima e foi decisivo fase final do Paulistão. Tanto na ida quanto na volta contra o Santos, Weverton foi responsável por defesas que fizeram o Palmeiras chegar ao título.

“É a minha quinta temporada com o Weverton, eu acredito que foi um momento inconstante nosso, mas não deixou de acreditar e de trabalhar. A gente sabe da qualidade dele, no final da competição o Weverton cresceu, fez bons jogos contra o Novorizontino, contra a Ponte, e os dois jogos da decisão, e a gente viu o Weverton mais uma vez podendo ajudar e dando esse suporte para a equipe ser campeã”, disse Rogério.

FLAVIO LATIF / Folhapress

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