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PT projeta eleger até 30 prefeitos em Santa Catarina

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O PT planeja quebrar nas eleições municipais um pouco do antipetismo que resiste em Santa Catarina e quer triplicar o número de prefeitos no estado, no qual reconhece que não teve a capacidade de dialogar com a população em alguns momentos, diz o vice-presidente estadual do partido em SC, Vitor Siqueira.

Em 2020, ano de pandemia de Covid-19, o partido elegeu 11 prefeitos em Santa Catarina e 156 vereadores, segundo Siqueira, coordenador do grupo de trabalho eleitoral no estado. A meta neste ano é de 20 a 30 prefeituras e chegar a 320 vereadores em câmaras municipais de Santa Catarina, afirma.

No estado, governado pelo bolsonarista Jorginho Mello (PL), o objetivo do partido é reduzir o antipetismo, priorizar cidades que têm debate televisionado e ampliar o número de vereadores em cidades menores.

Siqueira diz que o resultado de 2020 foi negativamente impactado pela pandemia, que atrapalhou o partido em uma de suas principais atuações, a campanha nas ruas. “Eu acho que o PT naquele momento não se adaptou”, diz. Ele reconhece ainda que em Santa Catarina o PT, “em alguns momentos, não teve a capacidade de dialogar com o povo”.

“A gente dirigiu as maiores cidades do estado, Chapecó, Blumenau, Criciúma, Rio do Sul, São Miguel do Oeste. E o PT, eu acho que em algum momento desse processo, acabou perdendo um pouco disso. E a gente agora, em 2022, volta para o cenário eleitoral com uma certa força indo para o segundo turno”, complementa.

Siqueira vê o bolsonarismo diminuindo no estado conforme a situação financeira da população melhora. “Quando a pessoa vai comprar carne, vê a carne mais barata, o óleo mais barato… esse processo, ele está acontecendo lentamente.”

Em Santa Catarina, o partido diz estar aberto ao diálogo com partidos da chamada frente ampla, diz Siqueira. “Tirando o PL, a ideia é que a gente faça diálogo com todos os demais partidos. Então o PT não tem veto a nenhum tipo de diálogo. Pelo contrário, a política nossa é fazer o diálogo e ampliar.”

DANIELLE BRANT / Folhapress

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