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RS ainda tem duas barragens com risco de ruptura em meio às chuvas

SÃO PAULO, SP, E PORTO ALEGRE, RS (UOL/FOLHAPRESS) – O Rio Grande do Sul ainda tem duas barragens em nível de emergência, ou seja, com risco de ruptura iminente. A informação foi divulgada pela Defesa Civil no final da tarde deste domingo (12).

Nível de emergência exige providências para preservar vidas, segundo o órgão estadual. São elas: hidrelétrica Salto Forqueta, em São José do Herval/Putinga e barragem Saturnino de Brito, em São Martinho da Serra.

Há também cinco barragens em nível de alerta, quando “anomalias” representam risco à segurança da barragem. São elas: usinas hidrelétricas 14 de Julho, em Cotiporã e Bento Gonçalves, Dona Francisca, em Nova Palma; barragens Capané, em Cachoeira do Sul, São Miguel, em Bento Gonçalves, e Santa Lúcia, em Putinga.

Outras nove barragens estão em nível de atenção, quando não há comprometimento da segurança, mas exige monitoramento. São elas: hidrelétricas Bugres – Barragem Divisa, em Canela; Bugres – Barragem do Blang, em Canela; Canastra, em Canela; Furnas do Segredo, em Jaguari; além das barragens Saibro, em Viamão; A – Assentamento PE Tupy, em Taquari; Filhos de Sepé, em Viamão; Assentamento PE Belo Monte, em Eldorado do Sul; Lomba do Sabão, em Porto Alegre.

CHUVAS NÃO PARAM, E RIOS SOBEM

Nível do rio Taquari, que já havia superado a cota de inundação na noite deste sábado (11) no RS, subiu mais ainda no início da tarde deste domingo. O rio Caí também voltou a ultrapassar a cota de inundação durante a madrugada.

Rádios veiculando alertas de evacuação a pedido de prefeituras do interior, rios voltando a subir e deslizamento causando morte na serra. O Rio Grande do Sul volta a sentir as consequências da chuva que voltou na sexta-feira (10) à noite e não parou.

Ruas de Lajeado (RS) que estavam secas estão inundadas outra vez. O trabalho de limpeza que moradores haviam começado se mostrou inútil porque a parte da cidade que eles moram foi tomada pela água novamente.

Nas últimas 24 horas choveu de forma intensa. Foram 120 milímetros de precipitação na serra e região metropolitana de Porto Alegre.

O Guaíba ilustra bem o momento do Rio Grande do Sul. Até a semana passada, a maior enchente da história de Porto Alegre era a de 1941. Este recorde permaneceu válido por 83 anos. Ocorre que a nova marca história será batida em menos de 7 dias se a previsão dos hidrólogos estiver correta.

Redação / Folhapress

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