Sabrina Boing Boing diz que se afastou do Carnaval por questões religiosas

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A influencer e tatuadora Sabrina Boing Boing contou que se afastou do Carnaval por questões religiosas e que pretende voltar em 2025.

Após gastar mais de R$ 100 mil reais e realizar botox nos pés para o Carnaval, Boing Boing disse que “recebia oração repreendendo os carnavais” que participou. “Era um exorcismo”.

A influencer afirmou ter sofrido “lavagem cerebral” da igreja. “Para eles, o carnaval é considerado a época mais pesada do ano, a festa do diabo. Eles fazem vigílias e não se pode falar nisso. Imagina assistir? Participar? Nunca […] Hoje eu entendo que passei por uma lavagem cerebral, os meus amigos diziam isso e eu afirmava o contrário”.

Boing Boing diz que ficar de fora da folia foi um momento de autoconhecimento. “Apesar do arrependimento, acho que esse tempo fez parte do meu crescimento pessoal, do meu amadurecimento”.

Desfilando há mais de 15 anos, a influencer relembrou que os gastos foram gradativos à medida que os anos passavam. Mas foi em 2017, para o desfile da Acadêmicos do Tatuapé, que ela chegou ao ápice do consumo com o carnaval.

“Era a escola mais famosa, ela foi campeã e eu estive à frente da bateria. Por isso, em 2017 foi o ano que mais gastei. Chegou a R$ 100 mil reais porque precisava que todos os detalhes estivessem impecáveis. Os gastos envolveram fantasia, cabelo e maquiagem porque a cada ensaio era uma produção diferente, e ainda tinham os ensaios técnicos. Quanto maior a escola, mais você gasta com procedimentos também […] São coisas mínimas que fazem a diferença, são investimentos que valem a pena. Não vejo a hora de passar por tudo isso novamente”, disse Sabrina Boing Boing.

Ela diz que adoraria estar presente na avenida em 2024, mas precisou se afastar devido ao pós-cirúrgico que passará no mês de fevereiro. “Amo desfilar, amo a energia que vem da arquibancada e da bateria. São momentos únicos e pretendo voltar. Tenho outros projetos, a cirurgia, mas estar a frente da bateria é uma das minhas metas para o próximo ano”.

Segundo ela, o seu maior desejo era estrear as próteses de silicone de seis litros nas mamas em meio ao samba, mas alguns empecilhos surgiram no meio do caminho: “Nós não conseguimos conciliar as agendas dos médicos, eu precisei trocar a data da cirurgia, a importação das próteses levou alguns dias e ainda tive problemas pessoais. Tudo cooperou para eu ficar em casa dessa vez”.

Redação / Folhapress

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