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Turista argentino desaparece em região de mata em SC

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Um argentino de 32 anos desapareceu após acampar sozinho em uma região de mata no município de São Bonifácio, na Grande Florianópolis (SC).

Último contato de Federico Bruni, 32, com a família foi na segunda-feira (27). O homem, que é natural de Buenos Aires, disse aos familiares que ficaria hospedado em um acampamento por três dias e que poderia ficar sem sinal. “Meu irmão nos disse na segunda-feira que ficaria três dias no acampamento para que não nos preocupássemos, pois ele não teria sinal para se comunicar”, contou a irmã dele, Daniela Bruni ao jornal La Nacion.

O Corpo de Bombeiros foi acionado na quinta-feira (30) e faz buscas na região. Moradores disseram aos bombeiros que o homem foi visto pela última vez na tarde de segunda-feira (27), perto da cachoeira do Sony. O local é conhecido pela força da correnteza.

Carro, barraca e cachorro do argentino foram encontrados. Ontem, uma equipe do Grupo de Busca e Salvamento conseguiu localizar os pertences de Federico, mas ele não foi encontrado. As buscas foram retomadas na manhã desta sexta-feira (31).

Autoridades acreditam que o argentino entrou no rio e pode ter sido levado pela correnteza. A família diz que, caso a hipótese seja confirmada, o turista pode ter sido arrastado para o meio da selva.

Federico estava no Brasil desde dezembro e conversa frequentemente com a família. Nas redes sociais, os familiares iniciaram uma campanha para tentar localizar o argentino. Eles pedem que quem tiver qualquer informação entre em contato pelo número +54 9 11 3090-9666. “Pedimos a máxima divulgação desta informação para ajudar a encontrar Federico o mais rápido possível. Agradecemos qualquer informação que possa contribuir”, diz comunicado da família.

A região de São Bonifácio, onde Bruni desapareceu, é uma região de vegetação densa e de difícil acesso. O UOL entrou em contato com a Polícia Civil de Santa Catarina para saber se o caso está sendo investigado, mas não houve retorno.

EDUARDA ESTEVES / Folhapress

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