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Veja a lista dos convocados e convidados para depor na CPI do INSS

INSS | Foto: Portal Governo Federal

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do INSS aprovou nesta terça-feira (26) o primeiro lote de convocações e convites para depoimentos. A lista inclui o nome de ex-ministros da Previdência Social, ex-presidentes do INSS e supostos operadores do esquema de descontos ilegais em aposentadorias, como Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Os requerimentos aprovados incluem o nome dos ex-ministros José Carlos Oliveira (governo Bolsonaro), Carlos Lupi (governo Lula), Carlos Gabas (governo Dilma) e Onyx Lorenzoni (governo Bolsonaro). O presidente da CPI, senador Carlos Viana, disse que os ex-ministros que não aceitarem os convites para depor serão convocados. É comum, em comissões do Congresso, haver convites antes de convocações porque essas últimas são gestos políticos mais fortes, quando a participação é obrigatória.

Já os ex-presidentes do INSS foram convocados em vez de convidados. São eles: Lindolfo Neto Oliveira Sales, Renato Rodrigues Vieira, Leonardo José Rolim Guimarães, Alessandro Stefanutto, Elisete Berchiol da Silva Iwai, Guilherme Gastaldello Pinheiro Serrano, Glauco André Fonseca Wamburg, Leonardo de Melo Gadelha, Edison Antônio Costa Britto Garcia, Francisco Paulo Soares Loes.

Além de ex-funcionários do governo federal, foram convocados dois dos supostos operadores do esquema de descontos ilegais. O primeiro deles foi Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e que, segundo a Polícia Federal (PF), seria sócio de empresas que teriam sido utilizadas no esquema. O outro convocado foi Maurício Camisotti, apontado como um dos beneficiários finais das fraudes.

A CPI também ouvirá:

  • Presidentes de 41 entidades que firmaram acordos de cooperação técnica com o INSS para desconto de mensalidades associativas diretamente na folha de pagamento dos benefícios;
  • Diretores de Benefícios do INSS e presidentes da Dataprev, empresa estatal responsável pelo processamento da folha;
  • Representantes de órgãos que já investigam os descontos, como a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU).

A comissão terá prazo inicial de 180 dias para concluir os trabalhos, interrompido a contagem durante o recesso parlamentar. Segundo o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), relator da CPI, o relatório deverá ser concluído em março de 2026, a partir de seis eixos de investigação:

  • Mapeamento das irregularidades e como ocorreram;
  • Identificação e responsabilização dos envolvidos;
  • Apuração do total de vítimas e dos impactos no erário;
  • Caminho do dinheiro desviado, visando reparação;
  • Falhas institucionais ou de mecanismos de controle; e
  • Medidas preventivas e alternativas legislativas.

A CPI do INSS é formada por 16 senadores e 16 deputados, com igual número de suplentes

*Com informações de: Agência Câmara*

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