De pai para filha e neta: o Rock como herança de família

No Dia Mundial do Rock, 13/07, você vai conhecer uma história de Renato Souza, que além de manter o legado da música vivo, ainda passa o amor e o estilo de vida para duas gerações da família.

Samuel Silva
Samuel Silva
Jornalista em formação, apaixonado por esportes e audiovisual. Redator no Portal TH+ e Coordenador de Mídias na Taça das Favelas Campinas!@silvasamuuel nas redes sociais!

Em uma geração movida pelas redes sociais e a forte influência do MPB e do Funk, o clássico e atemporal Rock N’ Roll deixa uma mensagem clara: ele não morreu, apenas mudou de volume. No Dia Mundial do Rock, 13/07, você vai conhecer a história de Renato Souza, que além de manter o legado da música vivo, ainda passa o amor e o estilo de vida para duas gerações da família.

COMO O ROCK SURGIU?
O estilo musical nasceu nos Estados Unidos no fim da década de 40 e no início da de 50. O gênero surgiu com influencias dos ritmos afro-americanos e da música country, que somados ao blues deram vida ao que hoje conhecemos como Rock.

CONEXÃO ESTADOS UNIDOS – BRASIL
O Rock chegou ao Brasil e ‘explodiu’ nos anos 80, com sucessos que ganharam o povo brasileiro para além do gênero musical. Legião Urbana, Titãs, Os Paralamas do Sucesso e Barão Vermelho marcaram época no início da cena no país.

DE PAI PARA FILHA E NETA: O ROCK COMO HERANÇA DE FAMÍLIA
Renato Souza, amante da música e dono da ‘Banca do Rock’, no Centro de Campinas, conta como o gênero musical move não só a própria vida, mas a da família também. Renato conta com a filha e a neta, também amantes do Rock, trabalhando na banca que é referência na venda de discos, camisas e acessórios que movimentam a cena na cidade. O amor da família que se somou ao amor pela música.

“Todo mundo gosta, só não descobriu ainda!”

O ‘ressurgimento’ do vinil, que voltou à moda nos dias atuais, também está ligado ao Rock. Segundo Renato, a cada dez discos que vende na banca, nove são de Rock. Não importa a época e nem como se ouve música, o Rock sempre será atual e irá perdurar por muitas gerações.

Um dos motivos, segundo Renato, é o conteúdo passado nas letras. Política, filosofia e a vida em sociedade são pautas que jamais sairão das discussões populares e das canções reproduzidas pelos artistas do gênero.

“Enquanto tiver uma criança querendo aprender o acorde de um violão, o Rock vai ‘tá’ vivo!”

O ROCK NÃO MORREU: ELE APENAS MUDOU O VOLUME
“Já foi dado como morto muitas vezes. Mas, em todas elas, voltou mais forte!”

Rony Vianna, amante do Rock e radialista há mais de 40 anos, afirma que o estilo de vida e de música já foi desafiado várias vezes, mas se mantém cada vez mais forte. O jeito de ouvir Rock mudou, sobreviveu do vinil ao streaming, e continua se provando a cada dia.

Bares lotados, encontros, casas de show recebendo bandas todos os dias e empregos gerados: a cena continua movimentando o país, que mesmo influenciado por outros estilos musicais, ainda mostra o amor pelo clássico, mas moderno, Rock N’ Roll.

“Em cada garagem que uma banda ensaia, em cada palco que canta uma música como se fosse a primeira vez, enquanto houver gente disposta a acreditar na força da música, o Rock vai continuar escrevendo a sua história.”

DIA MUNDIAL DO ROCK
Tudo que cerca o estilo musical e de vida movimenta a comunidade, a economia e sociedade que vivemos. Por isso, o Dia Mundial do Rock foi criado e comemorado hoje, 13/07. A data foi escolhida para relembrar um megafestival beneficente de Rock, celebrado em 1985, e comemorado até os dias atuais pelos amantes da música.

Vida longa ao Rock N’ Roll🤘

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