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Homem mata a ex-companheira a tiros no Centro de São Paulo

De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu na rua Boa Vista e o prédio fica no número 280, onde há escritórios privados

Um homem matou a ex-companheira e, após o crime, cometeu suicídio, dentro de um edifício comercial na Rua Boa Vista, no centro de São Paulo | Foto: Willian Moreira/Ato Press/Folhapress
Um homem matou a ex-companheira e, após o crime, cometeu suicídio, dentro de um edifício comercial na Rua Boa Vista, no centro de São Paulo | Foto: Willian Moreira/Ato Press/Folhapress

Um homem armado invadiu um prédio onde funcionam repartições públicas municipais no centro de São Paulo, no começo da tarde desta sexta-feira (25), e matou a ex-mulher a tiros. Ele cometeu suicídio em seguida.

De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 13h40 na rua Boa Vista. O prédio fica no número 280 e no local há escritórios privados também.

O homem, com uniforme e arma de empresa de segurança, segundo a PM, foi até a ex-companheira e atirou contra ela.

Não foi informada a motivação do crime nem nome e idade da vítima e do ex-marido. O caso está sendo apresentado no 1º Distrito Policial (Sé).

Por causa do feminicídio e dos carros de polícia no local, o trânsito ficou tumultuado em trecho da rua Boa Vista.

Conforme dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (24), em 2024, 4 de cada 10 homicídios de mulheres no Brasil tiveram motivação ligada a gênero, sendo caracterizados como feminicídio, que chegou ao número mais alto de casos desde a aprovação da lei sobre o crime em 2015.

Ao todo, segundo o documento, foram 1.492 vítimas —63,6% delas negras— em um total de 3.700 mulheres mortas. Enquanto o número total de assassinatos registrou queda ante as 3.937 mortes de 2023, o indicador do feminicídio patinou para cima (1,2%) na comparação com os 1.475 óbitos do ano retrasado.

Dados do 190 mostram que, a cada minuto, ao menos duas pessoas acionaram a Polícia Militar para notificar um caso de violência doméstica em 2024.

FÁBIO PESCARINI / Folhapress

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