Procon aponta que 25% dos consumidores se endividam no inverno; entenda

Foram entrevistados 556 consumidores de modo virtual, com o objetivo de identificar práticas comuns durante a estação

Giovanna Laranjo
Giovanna Laranjo
Formada em Jornalismo pela PUC-Campinas, atua na produção de conteúdo para mídias digitais, com experiência em televisão e apresentação. Voluntária na Copa do Mundo FIFA Qatar 2022, apaixonada por esportes, música e literatura.
Divulgação/Governo de SP

Com as baixas temperaturas registradas nesta época do ano, os consumidores têm priorizado a compra de agasalhos e roupas de frio, colocando o lazer e as viagens em segundo plano, é o que diz a segunda edição da pesquisa comportamental do Procon-SP sobre hábitos de consumo e lazer no inverno.

Esta edição do levantamento contou com 556 participantes de modo virtual.

De acordo com o órgão, a iniciativa tem como objetivo identificar práticas comuns durante a estação, a fim de orientar a população sobre seus direitos.

Roupas e agasalhos lideram a lista de produtos mais adquiridos durante o inverno, seguidos por bebidas e alimentos típicos da estação.

Além dos produtos, os particpantes foram questinados sobre frequentar eventos no período, 29% consumidores afirmaram que têm esse hábito, sendo mais referidas as festas juninas, julinas e quermesses em igrejas e centros religiosos ou em áreas públicas

Ainda sobre atividades de lazer, 14,57% dos consumidores informaram que costumam viajar, sendo as cidades do interior do estado o destino mais citado.

Os resultados da pesquisa indicam que parte dos consumidores enfrenta alguma dificuldade financeira.

O endividamento relacionado às compras de inverno, abordado por 25% dos particpantes, somado ao menor percentual de quem informa frequentar eventos ou viajar, sugere que algumas despesas podem estar sendo adiadas ou reduzidas.

Cuidados com a saúde

Ainda segundo os dados da pesquisa, foi obersavado que os consumidores seguem atrelando o período mais frio do ano com maior cuidado com a saúde.

O levantamento apontou que, entre os itens mais comprados pelos consumidores, estão medicamentos e vacinas, citados por pelo menos um terço dos participantes , além da contratação de serviços médicos e hospitalares.

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