Hospital Padre Zé emite nota de esclarecimento após operação policial

O Hospital Padre Zé emitiu comunicado à imprensa na manhã desta quinta-feira (5), após a operação da Polícia Civil e Ministério Público referente a supostos casos de corrupção e lavagem de dinheiro na instituição. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em João Pessoa e Conde, na Paraíba, bem como, e em São Paulo.

Em nota, a diretoria do hospital disse que acompanha todo o processo que corre sobre segredo de Justiça colaborando com as investigações. “Deve-se destacar que a atual gestão, que assumiu no último dia 25, tem contribuído com toda a investigação e que tão logo sejam concluídas irá se pronunciar no que toca ao Hospital Padre Zé”.

O comunicado ainda ressalta que os investigados na operação “Indignus” não fazem mais parte da diretoria da instituição.

Operação Indignus

A operação apura condutas que indicam os crimes de organização criminosa, lavagem de capitais, peculato e falsificação de documentos públicos e privados.

De acordo com a investigação, há indícios de “confusão patrimonial entre os bens e valores de propriedade de pessoas jurídicas com um dos investigados”. Ainda segundo a polícia, um dos alvos da operação possui “uma considerável relação de imóveis atribuídos, aparentemente sem forma lícita de custeio, quase todos de elevado padrão, adornados e reformados com produtos de excelentes marcas de valores agregados altos”.

Padre Egídio

O padre Egídio de Carvalho Neto vive uma vida de alto padrão em João Pessoa. De acordo com a defesa do religioso, ele mora na cobertura do Luxor Paulo Miranda, à beira-mar do Cabo Branco – área que possui o metro quadrado mais caro da capital paraibana. Apartamentos na mesma localização são facilmente avaliados em R$ 2 milhões.

Imagens de divulgação publicadas em redes sociais mostram que detalhes da cobertura duplex com 138m² com vista para o mar, onde vivia o padre Egídio. Veja as fotos

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