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Justiça nega pedido de revogação de prisão de Ruan Macário

A Justiça da Paraíba negou, no último sábado (16), um pedido de revogação da prisão preventiva de Ruan Ferreira, mais conhecido como Ruan Macário, acusado de ser o responsável pela colisão que tirou a  vida do motociclista Kelton Marques, na Avenida Flávio Ribeiro Coutinho, no bairro de Manaíra, na capital. Ruan está foragido desde o dia da colisão, no dia 11 de setembro de 2021.

O pedido foi feito pela defesa de Ruan, que é representado pelo advogado Genival Veloso. Após o pedido negado, a defesa deve entrar com um pedido de Habeas Corpus no Tribunal de Justiça da Paraíba.

O paradeiro

Com 30 dias completos do atropelamento que vitimou o motoboy Kelton Marques, o advogado da família da vítima, Luiz Pereira, informou que há informações sendo conferidas no intuito de localizar o paradeiro de Ruan Macário, identificado inicialmente como o condutor do veículo que atingiu a vítima a 163 km/h.

As suspeitas apontam que Ruan está fora do Brasil. “Entendemos que há, de fato, informações do paradeiro”, afirmou. “O nome dele é Ruan Ferreira de Oliveira […]. Temos informações de locais onde ele tenha se escondido para se livrar da aplicação da lei penal’.

“Essas informações são encaminhadas à Polícia Civil e são checadas. É verificado se exige alguma plausibilidade até para que, inclusive, pessoas que estão ajudando o Ruan passem informações para a Polícia e deixem a polícia confusa. Então, a vericidade é chegada. Estão sendo pedidas buscas, campanhas ou vigilância para que essas questões sejam esclarecidas. Temos a informação, inclusive, de que ele possa estar entre Uruguai e Argentina”, completou.

A defesa pede a inclusão de Ruan na lista da Interpol. “Por isso, estamos pedindo a inclusão do nome de Ruan Ferreira de Oliveira na lista da Interpol. Isso, em qualquer país que ele for encontrado, será detido, extraditado e deportado ao Brasil”, finalizou.

O caso

Kelton Marques fazia entregas de um restaurante que atendia durante as madrugadas. O caso aconteceu quando ele voltava para casa, no dia 11 de setembro. De acordo com a Polícia, um carro em alta velocidade ultrapassou o sinal vermelho e atingiu a moto em que o trabalhador estava. O motorista não permaneceu no local para prestar socorro.

Conforme o delegado Luiz Eduardo, responsável pelo caso, foram encontradas latas de cerveja e substâncias entorpecentes no carro que causou a colisão.

O motorista suspeito de atropelar e matar Kelton Marques acumula exatos R$ 7.842,58 em penalidades de trânsito, com a maioria das multas por excesso de velocidade.

Homenagens e protestos

Após a morte de Kelton, motoboys, familiares e amigos da vítima fizeram vários protestos pedindo justiça.

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