Vivemos cercados de coisas, compromissos, expectativas, ruídos. Acumulamos objetos e também versões de nós mesmos que já não cabem mais.
O minimalismo surge, então, não como uma regra estética, mas como uma escolha consciente de viver com mais sentido, de preservar o essencial.
Quando escolhemos reduzir, estamos escolhendo mais tempo, porque ter menos exige menos manutenção, menos decisões, menos distrações. Escolhendo mais espaço, não apenas nos armários, mas na mente e na vida para respirar, para pensar, para sentir.
Ao limpar a bagunça do caminho, passamos a enxergar melhor o que queremos. O minimalismo nos ensina a ter liberdade para escolher como usamos nosso tempo.




