Luiz Antonio Mello, jornalista e ícone do rock brasileiro, morre aos 70 anos

Novabrasil
Novabrasil
Somos uma emissora que privilegia a MPB como alicerce de nossa programação, creditando ao estilo musical sua devida importância como um dos maiores patrimônios brasileiros. Nos colocamos como uma solução multiplataforma que foca em conteúdo para engajar a audiência e aproximá-las de maneira relevante e pertinente das marcas. A Novabrasil faz parte do Grupo Thathi, conglomerado de comunicação que conta com o Portal TH+, além de emissoras de rádio e televisão em mais de 400 cidades de várias regiões do país.

Morreu nesta quarta-feira, 30 de abril, o jornalista Luiz Antonio Mello, aos 70 anos. Conhecido por liderar a programação “Maldita” da rádio Fluminense FM, se tornou referência na divulgação de bandas brasileiras como Blitz, Os Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho e Legião Urbana. Luiz Antonio foi um dos grandes responsáveis por transformar a Fluminense FM em um marco da música alternativa do país. 

O jornalista estava internado em Niterói para tratamento de pancreatite e sofreu uma parada cardíaca durante a realização de uma ressonância magnética, que resultou em seu falecimento. A notícia gerou comoção entre músicos, fãs e profissionais da comunicação, que relembram seu legado e contribuição para a cultura musical brasileira, deixando um legado que ultrapassa gerações, sendo lembrado como um dos grandes nomes da comunicação e da música nacional.

Da esquerda para a direita: o gerente de promoção, Carlos Lacombe, e o fundador da Fluminense FM, Luiz Antonio Mello, mostrando parte do acervo da rádio | Foto: A Tribuna RJ

A trajetória de Luiz Antonio Mello foi retratada no filme “Aumenta que é rock’n’roll” de 2024, no qual o ator Johnny Massaro interpreta o jornalista. O longa-metragem conta a história da revolução cultural promovida pela Fluminense FM e da importância da “Maldita” para a popularização do rock nacional e que o apelido “Maldita” refletia essa postura contracultural da rádio.

Além disso, o jornalista também era produtor musical e escritor, que chegou a lançar, em 1992, o livro “A Onda Maldita: como nasceu a Fluminense FM”, que narra a história da rádio e do movimento do rock nacional. A rádio, com seu espírito anárquico e alternativo, misturava rock nacional com artistas pouco tocados em outras rádios como Itamar Assumpção e Arrigo Barnabé, além de algumas bandas internacionais, como The Who.

O velório acontece nesta quinta-feira, 1° de maio, no Cemitério Parque da Colina, em Niterói. Familiares, amigos e admiradores poderão prestar suas últimas homenagens. 

COMPARTILHAR:

Participe do grupo e receba as principais notícias de Campinas e região na palma da sua mão.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

NOTÍCIAS RELACIONADAS