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Qinhones canta Mautner no show “Doce Dionísio”, no Manouche, no Rio

O cantor e compositor Qinhones celebra vida e obra de Jorge Mautner com o show “Doce Dionísio” no Manouche dia 15 de janeiro, quinta, na semana em que ele comemora 85 anos (17/01), com participação de Letrux.

Qinhones, antes conhecido como Qinho, lançou quatro álbuns autorais, criou bandas e projetos culturais diversos (como o Festival Dia da Rua), tornando-se um dos artistas mais atuantes na articulação da cena independente carioca.

Após reconhecimento com o tributo à Marina Lima no álbum “Qinho Canta Marina”, lançado pela gravadora Biscoito Fino em 2018 – que alcançou a marca de 2 milhões de plays no Spotify – e o lançamento de trabalhos autorais como o EP “Gota” (2021) e o álbum “Centelha” (2022), agora se debruça sobre a obra de Mautner.

O nome do tributo faz referência à adoração de Mautner por Dioniso, deus grego da música, da embriaguez e da sensualidade. Com ênfase nas percussões e na mão direita do violão de Qinhones, o show é calcado no samba-rock e no brazilian groove. O repertório reúne canções eternizadas nas vozes de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Chico Science, como “Lágrimas Negras” e “Samba Jambo”, ambas de Mautner e seu parceiro Nelson Jacobina, além de pérolas menos conhecidas, consagradas no circuito de músicos e DJ’s mundo afora.

No palco Qinhones estará acompanhado por Bruno Di Lullo (baixo e direção musical), Rafael Rocha (bateria), Mafram do Maracanã (percussão) e Antonio Fischer-Band (teclados).

Jorge Mautner é um artista do limiar. Passou ao largo do pop/mainstream, emplacou hits alternativos da MPB e consagrou seu estilo em álbuns marcantes nas décadas de 1970 e 1980. Repaginar sua poética afiada e altamente irônica é trazer para a atualidade uma das vozes mais provocantes do “pós-tropicalismo”. Intelectual, músico e escritor, publicou 12 livros e recebeu o Prêmio Jabuti em sua estréia literária aos 21 anos (com “Deus da Chuva e da Morte”, 1962). Com intervenções de textos do próprio e autores que o influenciaram, como Friedrich Nietzsche, o show é pontualmente entremeado por citações que trazem ao público uma amostra do fértil pensamento Mautneriano.

Apaixonado pelas raízes culturais brasileiras, Mautner mistura temas filosóficos com a ginga popular e produz sua amálgama, costurando o zen com o samba, o candomblé com o rock, o desbunde com a perspicácia política.

Serviço: Qinhones canta Mautner no show “Doce Dionísio”, com participação de Letrux

Local: Manouche (Rua Jardim Botânico, 983, – subsolo da Casa Camolese/Jd. Botânico)

Data e horário: 15 de janeiro, quinta, às 21h

Ingressos: R$ 60 (ingresso solidário – levando um quilo de alimento não perecível ou livro – estudante/meia entrada/idoso que será doado a comunidades carentes) l R$ 120,00 (inteira)

Capacidade: 100 pessoas (público sentado) Vendas: https://linktr.ee/clubemanouche

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