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Globo lança documentário sobre acidente do voo Air France, que matou 228 pessoas em 2009

ARACAJU, SE (FOLHAPRESS) – A Globo lança na próxima semana no Globoplay, sua plataforma de streaming, o documentário “Rio Paris – A Tragédia do vôo 447”. A produção será dividida em quatro episódios, disponíveis para os assinantes do serviço.

As quatro partes entram no ar a partir da próxima sexta-feira (31), quando se completam 15 anos da queda do avião da Air France que matou 228 pessoas. Produzida pelo Jornalismo da Globo, a docu-série reconta a história deste acidente que mudou a segurança da aviação mundial.

O documentário traz depoimentos de técnicos que participaram das investigações, especialistas em aviação, jornalistas que cobriram o caso, além de familiares das vítimas.

Muitos lutam até hoje para que a Air France e a fabricante de aeronaves Airbus sejam responsabilizadas. No ano passado, a companhia aérea e a empresa foram absolvidas da acusação de homicídio culposo pela justiça francesa.

A promotoria de Paris recorreu, e um novo julgamento será realizado, ainda sem data marcada. A francesa Ophélie Toulliou, que perdeu o irmão no acidente, fala ao documentário sobre as desconfianças dos familiares pela demora para encontrar as caixas-pretas.

“Como é possível que um avião desapareça, com toda tecnologia que já tínhamos naquela época? Então começamos a criar histórias na nossa cabeça, pensando que talvez eles não quisessem encontrar esse avião”, diz a moça para a produção.

Nos Estados Unidos, a produção entrevistou a física e pilota Colleen Sterling, da empresa Metron, que fez os cálculos que ajudaram a localizar o avião e as caixas-pretas no fundo do mar quase dois anos depois do acidente: “Esse foi um dos grandes mistérios da aviação. A aviação comercial é tão segura. Eu me lembro de não acreditar. Pensava: como eles podem perder um avião assim?”.

A equipe do documentário também viajou para a França, onde ouviu Jean Paul Troadec, diretor do escritório francês de investigações e análises, o BEA, que investigou o caso. “Talvez possamos considerar que cometemos um erro. Nós depositamos muita confiança no fato de que os emissores das caixas seriam detectados. Se não os detectamos, pensamos que o avião não poderia estar lá. Quem poderia imaginar isso?”, afirmou ele.

“Rio-Paris – A Tragédia do voo 447” tem direção de Rafael Norton, produção executiva de Clarissa Cavalcanti e roteiro de Andrey Frasson e Gabriel Mitani.

GABRIEL VAQUER / Folhapress

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