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Defesa Civil emite alerta severo para zonas norte, leste, oeste e centro de SP em razão de chuva forte

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Defesa Civil de São Paulo emitiu um alerta severo para quase toda a capital paulista em razão da chuva forte que atinge a cidade, no início da noite desta quinta-feira (6).

A primeira região a receber o alerta foi a leste, mas minutos depois a Defesa Civil mandou a mensagem também para as zonas norte, oeste e central. Apenas a zona sul ficou fora.

O órgão afirma que existe risco alto de alagamentos e enxurradas e pede para a população manter-se em lugar seguro.

Este foi o quarto alerta severo enviado para a capital paulista. O primeiro ocorreu no dia 24 de janeiro, quando o temporal deixou boa parte da cidade alagada. Depois, a mensagem foi enviada nos dias 31 e 2 de fevereiro.

Segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergência) da Prefeitura de São Paulo, uma área de chuva isolada e forte, formada pelo calor e a entrada da brisa marítima, começa a atuar na região, principalmente nos bairros de Itaquera, Aricanduva, Vila Formosa, Penha e Mooca.

Na zona norte, a chuva é forte com potencial para queda de granizo, nas subprefeituras de Vila Maria/Guilherme, Santana/Tucuruvi e Jaçanã/Tremembé. Essas instabilidades têm rápido deslocamento e potencial para queda de granizo, alagamentos e rajadas de vento, informa o CGE.

O alerta severo emitido pela Defesa Civil indica a necessidade de as pessoas tomarem medidas de proteção. Neste caso, o sinal sonoro no celular dos moradores será um “beep” similar ao do SMS e não irá soar no modo silencioso. A tela também congelará e a mensagem só desaparecerá se o usuário a fechar.

A noite de quinta-feira começou com céu céu nublado, sensação e calor e chuvas fracas e isoladas na cidade, segundo o CGE.

Os dados do órgão mostram que fevereiro acumulou até o início da tarde 102,1 mm de chuva, o que corresponde a 46,9% dos 217,8mm esperados para o mês.

Na Grande São Paulo, às 18h55, 73.940 pessoas estavam sem energia elétrica, de acordo com dados divulgados pela Enel. Em São Caetano, 25% das unidades tiveram o fornecimento interrompido. Meia hora depois, com a retomada da energia no ABC, o número total de casas às escuras passou para 50 mil na área de concessão e 42,4 mil na capital.

Como a chuva se espalhou por toda a cidade, a área do apagão também cresceu. Às 20h, a área de concessão já tinha 142,1 mil residências às escuras, sendo 117,5 mil na capital.

Por causa do temporal, o clássico entre Palmeiras e Corinthians, pelo Campeonato Paulista, foi atrasado das 20h para 20h30. O gramado do estádio Allianz Parque ficou com grandes áreas alagadas.

Às 20h05, havia 14 pontos de alagamentos na cidade, sendo 11 deles intransitáveis: na av. Antonio Munhoz Bonilha, na Casa Verde, na rua Bartholomeu do Canto, na Freguesia do Ó, na marginal Tietê perto da ponte das Bandeiras, sentido Ayrton Senna, em Santana; na av. Pompeia, Av. Antarctica, rua Trajano e av. Dr. Gastão Vidigal, todas na Lapa; além da av. Itaquera, em Itaquera; rua Apio Claudio, na Mooca; av. São Miguel, na Penha; e av. Ellis Maas, em Campo Limpo.

Às 20h, o CGE colocou Capão Redondo em estado de alerta devido ao transbordamento do córrego Morro do S, entre a avenida Carlos Caldeira Filho e a rua Túlio Mugnaini.

A Defesa Civil informa que, ao longo da noite desta quinta, há condição para pancadas de chuva moderadas a fortes e acompanhadas de raios e rajadas de vento em pontos isolados da faixa leste paulista. Em algumas áreas, como na Grande São Paulo e Baixada Santista, há condição inclusive para queda de granizo e transtornos pontuais.

“Apesar disso, as pancadas de chuva possuem curta duração, algo bem típico de chuvas de verão. Chove também no oeste paulista, mas de forma muito pontual e sem condição para chuva forte, nem temporais. Durante a madrugada da sexta-feira (7) o tempo volta a ficar firme em todo o território paulista”, finaliza o órgão estadual.

O QUE FAZER QUANDO RECEBO UM ALERTA SEVERO OU EXTREMO?

Quando a Defesa Civil envia o alerta, seja severo ou extremo, a própria mensagem já esclarecerá qual é o risco iminente e qual ação precisa ser tomada pelo morador.

Em caso de chuva, normalmente é avisado para o cidadão evitar áreas de alagamentos. Em risco iminente de deslizamento de terra, o texto pode pedir para ele deixar a casa e se dirigir para outro local seguro.

A ferramenta deve informar sobre locais para evacuação e pontos seguros.

Redação / Folhapress

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