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Corinthians lida com desgaste extra em sequência de alagamentos no Paulista

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Em oito jogos no Paulista, o Corinthians chegou ao terceiro com alagamento no gramado. Na noite da última quinta-feira (6), a partida contra o Palmeiras, que terminou empatada por 1 a 1, teve o início adiado em meia hora por conta de uma chuva torrencial no Allianz Parque.

Como se já não bastasse a maratona de jogos, o Corinthians ainda sofreu com atrasos contra São Paulo, Ponte Preta e Palmeiras. A sequência tem gerado um desgaste extra aos atletas.

“Teve momentos no campeonato em que pegamos campo super pesado por causa da chuva. Sabemos que é um pouco mais complicado, mas não posso deixar de exaltar a entrega de todo o grupo. No fim de semana, jogamos em menos de 48h e conseguimos duas vitórias. Pesa um pouquinho, mas temos um elenco grande para conseguir ter a rotatividade, e todo mundo está sabendo lidar com essa situação”, disse Matheus Bidu, lateral-esquerdo do Corinthians, em zona mista.

Na visão da comissão técnica do Timão, os adiamentos das partidas têm impacto sobre a preleção da equipe, apesar de não interferir diretamente no futebol apresentado.

“A pior hora para o treinador é quando já foi a preleção, o aquecimento e há adiamento. Para nós, é muito ruim. São situações climáticas, é adaptar e seguir”, afirma Emiliano Díaz, auxiliar técnico do Corinthians, em coletiva,

Diante do São Paulo, no Morumbis, a partida foi adiada em uma hora devido às condições do gramado. A equipe perdeu por 3 a 1, na 4ª rodada do estadual.

Contra a Ponte, o Timão teve outro adiamento, desta vez de 45 minutos, e atuou boa parte do primeiro tempo com o campo bem prejudicado. A bola praticamente não rolou no Estádio Moisés Lucarelli, e a vitória por 1 a 0 só aconteceu graças a Talles Magno, que “driblou” uma poça para marcar o gol.

O adiamento mais recente foi no Dérbi, após a tempestade que deixou o gramado do Allianz pesado e coberto de cortiças. O alto volume de água formou bolhas embaixo da grama sintética, mesmo em trechos que não estavam alagados.

Houve chuva forte também contra o Red Bull Bragantino, na estreia do estadual, que tornou a partida mais desgastante do que o previsto logo no retorno da curta pré-temporada.

“Não chega a interferir, mas é muito ruim. O preparo mental de um clássico e depois ter que parar meia hora… são três vezes. Foram momentos ruins, mas não interfere. Temos que estar preparados para isso. É ruim porque é preciso preparar mentalmente, já tínhamos feito a preleção, depois falam que vai adiar por 30 minutos, 40 minutos… é ruim, mas não interfere porque todos são profissionais e temos que estar preparados para estas situações”, disse Emiliano.

LIVIA CAMILLO / Folhapress

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