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Trump vai vender ‘cartão ouro’ de residência nos EUA por US$ 5 milhões

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (25) que vai criar e passar a vender por US$ 5 milhões, ou R$ 20 milhões, um “cartão ouro” de residência nos EUA, com possibilidade de aquisição da cidadania americana.

O “Trump gold card” (cartão ouro de Trump) seria uma espécie de green card, a permissão para residência permanente nos EUA, e substituiria o chamado visto para investidores, que permite que pessoas que invistam pelo menos US$ 1 milhão em uma empresa que tenha pelo menos 10 funcionários morem nos EUA.

Esse visto, o EB-5, é considerado por pesquisadores associados ao Congresso americano como possuindo altos riscos de fraude, dada a dificuldade de verificar se o dinheiro investido tem origens lícitas. Entretanto, permissões para residência atreladas à riqueza são comuns no mundo.

Segundo Trump, o gold card vai atrair “pessoas ricas e muito bem-sucedidas, que vão gastar muito dinheiro, empregar um monte de gente e pagar um monte de impostos. Vai ser um grande sucesso”. Como todo green card, o gold card também permitiria, após certo período de tempo, que seu portador se torne cidadão americano.

O presidente anunciou a medida em conversa com a imprensa no Salão Oval da Casa Branca. O secretário de Comércio, Howard Lutnick, disse que o gold card entra em vigor em duas semanas e vai aumentar o preço para investidores que queiram morar nos EUA. O programa, entretanto, parece não estar mais relacionado à necessidade de investir em uma empresa ou empregar pessoas.

De acordo com a Associated Press, cerca de 8 mil pessoas obtiveram o visto de investidores entre 2021 e 2022. Trump disse que seu governo poderia vender até 10 milhões de gold cards para reduzir a dívida pública.

“É como um green card, mas mais sofisticado. É um caminho para a cidadania para pessoas ricas, pessoas com muito talento”, afirmou o presidente. Segundo ele, o projeto não necessita de aprovação do Congresso, muito embora a Constituição americana determine que cabe ao Legislativo regular as condições de cidadania.

Redação / Folhapress

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