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Beija-flor é a grande campeã do Carnaval do Rio de Janeiro

A Baixada Fluminense está em festa! Após um hiato de sete anos desde o último título, em 2018, a escola de Nilópolis levou para a Marquês de Sapucaí o enredo “Laíla de todos os santos Laíla de todos os sambas” homenageando um dos principais nomes do carnaval. O diretor Luiz Fernando do Carmo, conhecido como Laíla, que faleceu em 2021 vítima da Covid-19.

A mesa da escola durante a apuração na cidade do samba tinha nomes de peso da agremiação como o presidente Almir Reis e o intérprete oficial Neguinho da Beija-flor, que se despede do posto nesse ano após meio século de emoções na passarela do samba.

A Deusa da Passarela conquistou seu 15º título. Com esse triunfo, a Azul e Branca sobe mais um degrau na lista dos maiores campeões, ficando atrás apenas de Portela, com 22 vitórias, e Mangueira, com 20.

O último título da Beija-Flor havia sido em 2018, ano em que também contou com a contribuição de Laíla.

Novabrasil marcou presença no barracão da escola

Beija-flor fez bonito na Marquês de Sapucaí

A Azul e Branca da Baixada Fluminense desfilou no segundo dia da Segunda-Feira de Carnaval (3) com o enredo “Laíla de todos os santos, Laíla de todos os sambas”, desenvolvido pelo carnavalesco João Vitor Araújo. A apresentação foi marcada pela técnica apurada e pela energia vibrante, transportando o público de volta à época do “rolo compressor nilopolitano”, sob a liderança de Laíla, em uma exibição coesa e impactante.

O conjunto visual seguiu fielmente a identidade da Beija-Flor, enquanto o samba-enredo, interpretado por Neguinho da Beija-Flor em sua despedida oficial, estabeleceu uma forte conexão com a plateia. A narrativa exaltou com profundidade a genialidade e o legado do homenageado.

A comissão de frente trouxe uma representação emocionante de Laíla em um terreiro sagrado, unindo de forma impressionante elementos espirituais e cênicos. O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Claudinho e Selminha Sorriso, encantou com figurinos que evocavam espiritualidade e destino, destacando-se em sua performance.

As alegorias, de acabamento impecável, brilharam com o uso estratégico de iluminação, intensificando a dramaticidade do desfile. Entre os destaques, estavam a escultura de Laíla e o carro de Xangô, que emocionaram o público. O encerramento foi tocante, com a exibição de um Cristo negro, fazendo referência ao memorável desfile de 1989. A única falha foi na última alegoria, onde a faixa “Do Orun, olhai por nós” não pôde ser lida completamente, mas, ainda assim, a apresentação foi um grande triunfo.

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