Na celebração pelos 480 anos de Santos, cerca de 90 mil pessoas ocuparam a areia, domingo (25) e segunda-feira (26), unidas pela música, emoção e pelo orgulho de terem uma cidade para chamarem de sua. Os shows de Alexandre Pires e Alceu Valença, este último acompanhado pela Orquestra Sinfônica Municipal de Santos (OSMS), transformaram a celebração santista em um encontro coletivo marcado pelo afeto e valorização da cultura.
Nesta segunda, Alceu Valença trouxe um tom contemplativo e igualmente emocionante. Acompanhado pela Orquestra Sinfônica Municipal de Santos, conduziu o público por uma viagem musical, ao som de sucessos deste gênio da música brasileira. As canções ganharam novos arranjos, provando que tudo é bom pode ficar ainda melhor.
Não era exagero em dizer que havia dois maestros no palco. Empunhando sua batuta, o maestro Luís Gustavo Petri regia o grupo musical que completou 30 anos de história em 2025. Já a Alceu coube a missão de ‘reger’ o público, em uma conexão quase automática, cheia de poesia e sonoridade tipicamente nordestina.
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VIBRAÇÃO
A primeira noite de shows foi marcada pela vibração, no domingo. Alexandre Pires subiu ao palco e, logo nos primeiros acordes, a praia se transformou em uma grande festa popular. Com o projeto Pagonejo, o artista costurou sucessos que atravessam gerações, embalando sorrisos, danças improvisadas e vozes que cantaram juntas, como se a Cidade inteira compartilhasse a mesma canção.
No palco, Alexandre mostrou porque é considerado um autêntico ‘show-man’: cantou mais de 40 músicas, dançou, trocou inúmeras vezes de figurino e deixou suas fãs enlouquecidas com o carisma que o acompanha desde os tempos do grupo Só Pra Contrariar (SPC).



