Gás do Povo: mais de 49 mil famílias serão beneficiadas em João Pessoa

Com a aprovação na Câmara, a expectativa é de que o programa avance para a próxima fase legislativa

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.

A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória que institui o programa Gás do Povo, iniciativa do governo federal voltada à concessão de subsídio para a compra de botijões de gás de cozinha. A proposta segue agora para a etapa final de tramitação no Congresso Nacional.

Durante a votação, foram apresentados dados indicando que mais de 49 mil famílias em João Pessoa deverão ser beneficiadas diretamente pelo programa. O público-alvo é formado por famílias em situação de vulnerabilidade social, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), principal base de dados para políticas sociais do país.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, defendeu a aprovação da medida, afirmando que o programa contribui para a promoção da dignidade, da segurança alimentar e do alívio no orçamento doméstico das famílias de baixa renda. Segundo ele, o subsídio também pode movimentar a economia local, ao estimular o comércio do gás de cozinha.

Por outro lado, críticos da iniciativa avaliam que o programa reforça o caráter assistencialista das políticas públicas e argumentam que o enfrentamento da vulnerabilidade social deveria priorizar ações estruturantes, como geração de emprego e renda, capazes de produzir efeitos de longo prazo.

Com a aprovação na Câmara, a expectativa é de que o programa avance para a próxima fase legislativa, enquanto o debate sobre o alcance e os impactos das políticas de subsídio segue em discussão no Congresso.

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