Sargento da PM morre após ataque a tiros em João Pessoa

O policial estava de folga e retornava para casa, de moto, quando foi abordado por dois suspeitos, que efetuaram os disparos

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Foto: Verinho Paparazzo/ TH+ SBT Tambaú

Uma grande operação policial foi deflagrada no bairro Alto do Mateus, em João Pessoa, após a morte do sargento Flávio Ferreira, da Polícia Militar Ambiental da Paraíba, ocorrida na noite desta quinta-feira (5). Equipes especializadas realizam varreduras na região em busca dos responsáveis pelo crime.

De acordo com a Polícia Militar, durante as diligências suspeitos foram conduzidos para averiguação e duas armas de fogo foram apreendidas. A ação envolve efetivos do Batalhão de Choque, Rotam, Força Tática e policiais do 1º Batalhão, que seguem mobilizados sem previsão de encerramento.

O policial estava de folga e retornava para casa, de moto, quando foi abordado por dois suspeitos, que efetuaram os disparos. Ainda não há confirmação se o crime foi motivado por tentativa de roubo, mas a Polícia Civil trabalha, inicialmente, com a hipótese de latrocínio — roubo seguido de morte. As circunstâncias seguem sob investigação.

Após ser atingido, o sargento foi socorrido por uma viatura da PM e, na BR-230, transferido para uma ambulância do Samu. Ele foi levado ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde recebeu atendimento, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.

O comandante do 1º Batalhão da PM, coronel Bruno, afirmou que o caso representa “um atentado contra a sociedade” e garantiu que a corporação está empenhada em dar uma resposta. Segundo ele, todas as equipes disponíveis foram acionadas para localizar os autores e esclarecer o crime.

“A Polícia Militar não vai medir esforços para identificar e prender os responsáveis. É nosso dever apresentar uma resposta à sociedade e aos nossos policiais”, declarou o comandante.

A Polícia Civil reforça o pedido de colaboração da população e orienta que qualquer informação que possa ajudar na identificação dos suspeitos seja repassada, de forma anônima, pelos telefones 190 (Polícia Militar) ou 197 (Polícia Civil).

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