Seu Luiz Humberto, bancário aposentado, separa o lixo em casa por categorias.
O lixo é um dos
maiores problemas das sociedades atuais, porque são produzidos em
grande quantidade e nem sempre são levados para os lugares corretos.
Por isso, quanto mais a população contribuir com o trabalho das
equipes municipais de limpeza e coleta de lixo, melhor para todos.
Seu Luiz Humberto se
conscientizou dessas dificuldades, e em sua residência todos os
resíduos produzidos agora são separados de acordo com o perfil do
lixo. Para o bancário aposentado, essa é uma das maneiras com as
quais ele pode dar sua contribuição. “Tem que pensar na melhoria
do meio ambiente. É uma forma pequena de contribuir, mas poderia
servir de exemplo para que outras pessoas pudessem fazer”, afirma
ele.
Dentro de casa ele
fez questão de influenciar todo mundo. Marina, sua esposa, também
entrou na onda, e hoje ela se orgulha disso. “Eu sei que as
populações mais civilizadas são as que produzem menos lixo. E eu
gosto de olhar na minha rua, porque acho que a casa que tem menos
lixo é sempre a minha. Até as verduras e cascas eu aproveito pra
colocar nas minhas plantas”, diz a dona de casa.
O lixo que é mal
acondicionado, inclusive, pode até prejudicar galerias e mananciais.
Essa é justamente uma das preocupações da Marquise Ambiental,
empresa que presta serviços de limpeza urbana e gerenciamento de
aterros sanitários, entre outros.
“Esse resíduo
exposto no meio ambiente pode gerar alguns transtornos para a
sociedade como um todo. Por exemplo, se ele for drenado para as
galerias pluviais, pode acabar acontecendo uma enchente ou alagamento
no bairro. A Marquise tem estipulado sempre a melhor tática e gestão
operacional pra atender os horários e dias da coleta conforme o
calendário da cidade de João Pessoa”, explica Germano Arraes,
gerente da filial da empresa na capital.

